QUEM CRIOU A TESE DE ALIENAÇÃO PARENTAL - Pontos de vista do Dr. Richard Gardner

Pontos de vista do Dr. Richard Gardner sobre pedofilia e abuso sexual infantil (fontes científicas)

Teorias de alienação parental, implantação de falsas memórias...como foi desenvolvido tudo isto? Qual a credibilidade real? Richard A. Gardn...

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Lei expõe crianças a abuso

O criador do conceito de alienação parental, acima de ser um médico, era um autêntico MONSTRO. Infelizmente, mesmo tendo feito à humanidade p favor de se suicidar, em 2003, deixou o legado de horror utilizado por alguns legi$ladore$ que não se importam em tornar as vidas das crianças atingidas um verdadeiro inferno.
"(...)A síndrome por trás da lei
A Lei 12.318 baseia-se no conceito de síndrome de alienação parental (SAP), criado pelo psiquiatra norte-americano Richard Gardner, em meados da década de 1980. Segundo Gardner, a síndrome se instalaria em crianças, geralmente durante ou após processos de separação conflituosa, provocada por campanhas de difamação promovidas por um dos cônjuges, normalmente a mãe, que se tornaria a “alienadora”.
Entre os vários expedientes utilizados para prejudicar a imagem do ex-companheiro, estariam as falsas acusações de abuso sexual e a implantação de memórias nos filhos por meio de lavagens cerebrais. Como consequência, eles desenvolveriam ódio crescente pelo genitor “alienado” até que finalmente se juntariam à campanha de difamação. A SAP causaria distúrbios mentais de ordem variada nas crianças, que nunca se recuperariam do trauma.
Além de elaborar a teoria da síndrome, o psiquiatra norte-americano ofereceu um conjunto de ferramentas para combatê-la: a “terapia da ameaça”. O método propõe tratamentos psicoterápicos impostos pela Justiça para o alienador, suspensão do sigilo entre paciente e psicólogo e livre acesso do juiz aos dados do tratamento. Prevê punições como inversão de guarda, privação total de contato entre o genitor “alienador” e a criança e encarceramento.
O conceito da SAP logo se espalhou pelos tribunais, principalmente da Europa e das Américas. O médico norte-americano fez carreira como psiquiatra forense, tendo atuado em mais de 400 casos de divórcio litigioso. O que leva à primeira crítica à sua teoria: ele teria criado a SAP para figurar como arma de defesa nos processos em que trabalhava.
“Este médico fez sua carreira profissional defendendo indivíduos acusados de abuso sexual de crianças e criou esta teoria da síndrome da alienação parental, que nunca foi reconhecida pela comunidade acadêmica e pela ciência, para defender seus clientes”, afirmou à Pública a ministra do Tribunal Constitucional de Portugal (equivalente ao nosso Supremo) Maria Clara Sottomayor, que esteve no Brasil a convite do Judiciário catarinense para falar sobre o tema.
De fato, o rigor de suas pesquisas foi duramente questionado por instituições e profissionais de saúde mental. A Associação Americana de Psicologia, por exemplo, afirmou que “não há evidência na literatura psicológica de uma síndrome de alienação parental diagnosticável”. A Associação Espanhola de Neuropsiquiatria foi além. “Acreditamos que o sucesso do termo SAP no campo judicial se deve ao fato de possibilitar uma resposta simples (e simplista) a um grave problema que preocupa e satura os juizados de família, fornecendo argumentos pseudopsicológicos e pseudocientíficos”. As declarações estão citadas no estudo “Síndrome da alienação parental, uma iníqua falácia”, conduzido pela advogada Cláudia Galiberne Ferreira e pelo juiz Romano José Enzweiler, a partir de uma extensa pesquisa realizada por eles no Brasil e no mundo.
Além disso, apesar de uma intensa campanha dos apoiadores de Gardner, a síndrome da alienação parental não foi incluída na quinta edição do Manual de diagnóstico e estatística dos transtornos mentais (DSM-5) – que lista todos os distúrbios mentais já identificados.
As críticas ao criador da SAP, que se suicidou em 2003, miram também afirmações polêmicas, feitas em sua obra seminal, True and false accusations of child sex abuse (Verdadeiras e falsas acusações de abuso sexual infantil, numa tradução livre). “Nós estamos vivendo tempos perigosos. A histeria do abuso sexual é onipresente”, escreveu Gardner já na introdução do livro lançado em 1992 – um catatau de quase 700 páginas publicado pelo próprio autor, como todas as suas obras. Mais adiante, sob o intertítulo “Incrementando a autoestima”, o autor afirmou que os pais pedófilos “precisam ser ajudados a entender que a pedofilia tem sido considerada normal pela vasta maioria dos indivíduos na história do mundo”.
Para o autor, os que sofrem do distúrbio devem “aprender a se controlar se quiserem se proteger das punições draconianas que, na nossa sociedade, se impõem sobre aqueles que agem por seus impulsos pedófilos”. Reações que, por si sós, causariam problemas: “É porque nossa sociedade reage de forma exagerada a isso [pedofilia] que as crianças sofrem”, escreveu."


Reportagem completa em:
http://apublica.org/2017/01/lei-expoe-criancas-a-abuso/


Leia e divulgue até libertarmos nossas crianças!!

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Pontos de vista do Dr. Richard Gardner sobre pedofilia e abuso sexual infantil (fontes científicas)

Teorias de alienação parental, implantação de falsas memórias...como foi desenvolvido tudo isto? Qual a credibilidade real?

Richard A. Gardner, M.D., é o criador e principal proponente da teoria de “Síndrome de Alienação Parental” (SAP). Antes de seu suicídio, Gardner foi, durante algum tempo, professor clínico de psiquiatria infantil em tempo parcial, não remunerado (voluntário) no Colégio de Médicos e Cirurgiões da Universidade de Columbia . Ele ganhava dinheiro principalmente como um perito forense .

O conceito de SAP foi desenvolvido pelo Dr. Richard Gardner, em 1985, com base em suas observações pessoais e trabalho como perito, freqüentemente em nome dos pais acusados de molestar seus filhos. Gardner afirmou que SAP é muito comum, e que viu manifestações desta síndrome em mais de 90% dos conflitos de custódia que ele avaliou - mesmo quando alegações de abuso não são levantadas (Gardner, 1987, p 67). . Gardner (06 de setembro de 1993 ) afirmou que a SAP é "uma desordem infantil, decorrente quase exclusivamente em disputas pela custódia de criança, em que um dos pais (geralmente a mãe) programa a criança a odiar o outro progenitor (geralmente o pai).

A teoria da SAP de Gardner teve um efeito profundo sobre a forma como os sistemas de corte em nosso país lidavam com as alegações de abuso sexual de crianças, especialmente durante o divórcio. Gardner foi o autor de mais de 250 livros e artigos com conselhos dirigidos aos profissionais de saúde mental, a comunidade jurídica, adultos divorciados e seus filhos. A editora privada de Gardner, a Creative Therapeutics, publicou seus muitos livros, cassetes, e videotapes. A informação disponível no site de Gardner indica que ele foi certificado para testemunhar como um perito em aproximadamente 400 casos, tanto penal e civil, em mais de 25 Estados. O trabalho de Gardner continua a servir como uma base para decisões que afetam o bem-estar das crianças em tribunais de todo o país. Ele era considerado uma das maiores autoridades em tribunais de família e tem sido descrito como o "guru" das avaliações de custódia da criança.
Pelo fato da teoria SAP de Gardner ter sido baseada em suas observações clínicas - e não de dados científicos -,deve ser entendida no contexto de seus pontos de vista extremos a respeito das mulheres, pedofilia e abuso sexual de crianças.

Gardner sobre pedofilia:

“A grande maioria ("provavelmente mais de 95%") de todas as alegações de abuso sexual são válidas.” Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: (pp. 7, 140) Creative Therapeutics.

"Há um pouco de pedofilia em cada um de nós."
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 118)

Se a relação sexual é descoberta, "a criança é susceptível de fabricar para que o adulto seja responsabilizado pela iniciação."
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals.. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (. P 93).

"A criança normal apresenta uma grande variedade de fantasias e comportamentos sexuais, muitos dos quais seriam rotulados como" doente "ou" pervertido "se exibido por adultos"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 12)

"O abuso sexual não é necessariamente traumático; o determinante quanto ao fato do abuso sexual ser traumático para a criança, é a atitude social para esses encontros."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 670-71)

"Pedofilia foi considerada a norma pela grande maioria dos indivíduos na história do mundo." Gardner, R.A. (1992). Verdadeiras e falsas acusações de abuso sexual infantil. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 592-3)

"Da mesma forma, "a pedofilia intrafamiliar (isto é, o incesto) é generalizada e ... é, provavelmente, uma tradição antiga"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)

"É porque a nossa sociedade reage exageradamente a ela [pedofilia] que as crianças sofrem."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex AbuseCresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 594-5)

"Pedofilia pode aumentar a sobrevivência da espécie humana, servindo "fins de procriação."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 24-5)

"Pedofilia "é uma prática difundida e aceita entre literalmente bilhões de pessoas."
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals. Cresskill, NJ: Creative Therapeutics, (. P 93)

Além disso, Gardner propõe que muitos tipos diferentes de comportamento sexual humano, incluindo a pedofilia, sadismo sexual, necrofilia (sexo com cadáveres), zoofilia (sexo com animais), coprofilia (sexo envolvendo defecação), pode ser visto como tendo espécies de valor de sobrevivência e assim fazer "não garante a ser excluído da lista dos chamadas formas naturais de comportamento sexual humano. "See, Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse . Cresskill, NJ: Creative Therapeutics. (pp. 18-32)

"Pedofilia "é uma prática difundida e aceita entre literalmente bilhões de pessoas."
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals. Cresskill, NJ: Creative Therapeutics, (. P 93)

Além disso, Gardner propõe que muitos tipos diferentes de comportamento sexual humano, incluindo a pedofilia, sadismo sexual, necrofilia (sexo com cadáveres), zoofilia (sexo com animais), coprofilia (sexo envolvendo defecação), pode ser visto como tendo valor na sobrevivência das espécies, e que, assim, "não garante a exclusão da lista das chamadas formas naturais de comportamento sexual humano. " See, Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse . Cresskill, NJ: Creative Therapeutics. (pp. 18-32)

Gardner sobre a agressividade sexual de crianças


Gardner sugere que as crianças querem ter relações sexuais com adultos e podem seduzi-los. “Algumas crianças experimentam altos impulsos sexuais na primeira infância."
"Há uma boa razão para acreditar que a maioria, se não todas as crianças, têm a capacidade de atingir o orgasmo no momento em que nascem."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 15)

"As crianças são naturalmente sexuais e podem dar início a encontros sexuais "seduzindo" o adulto".
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals.. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (. P 93) .NS de crianças Abuso Sexual. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 18-32)

Gardner sobre a terapia com as crianças que são abusadas sexualmente por seu pai:

• Mantenha a criança ligada ao abusador
Cuidados especiais devem ser tomados para não afastar a criança do pai molestador. A remoção de um pai pedófilo da casa "só deve ser seriamente considerada depois que todas as tentativas de tratamento da pedofilia e aproximação com a família provarem-se inúteis." Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuso. Cresskill, NJ:. Therapeutics criativos (. P 537)

"A criança deve ser informada de que não existe tal coisa como um pai perfeito.”

"A exploração sexual tem sido colocada na lista negativa, mas positivamente também pode ser apreciada" Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ:. Therapeutics criativos (. P 572)

• Diga à criança que o abuso sexual por um pai é normal

As crianças mais velhas podem ser ajudadas a compreender que os encontros sexuais entre um adulto e uma criança não são universalmente considerados atos condenáveis. Pode ser dito à criança sobre outras sociedades em que tal comportamento foi e é considerado normal. A criança pode ser ajudada a apreciar a sabedoria de Hamlet, de Shakespeare, que disse: "Nada é bom ou mau, mas o pensamento torna-o."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ:. Therapeutics criativos (. P 549)

"Em tais discussões a criança tem que ser ajudada a compreender que temos em nossa sociedade uma atitude punitiva e exageradamente moralista sobre encontros sexuais adulto-criança"
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativos (p 572)...

Gardner sobre mães que descobrem que seu marido está abusando sexualmente de seu filho

Gardner culpa a mãe pelo abuso paterno, que, segundo ele, não satisfez seu marido sexualmente. Ele sugere que os terapeutas devem ajudar a mãe de vítimas de incesto conseguir a gratificação sexual.

• Desencoraja os litígios.
• Incentiva-a a ficar com seu marido (o agressor)
• Culpa-a e à filha pelo abuso sexual do pai
"Pode ser que uma das razões da filha voltar-se para o pai seja o comprometimento da relação da criança com a mãe" (pp. 579-80)
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse . Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 585)
• Ajudá-la a superar sua raiva contra o marido por abusar sexualmente de seu filho.
"Se a mãe reagiu ao abuso de uma forma histérica, ou usando isto como uma desculpa para uma campanha de difamação do pai, em seguida, o terapeuta faz bem em tentar "acalmá-la".... Sua histérica .. . vai contribuir para o sentimento da criança de que um crime hediondo foi cometido e, assim, diminuir a probabilidade de qualquer tipo de reaproximação com o pai. Alguém tem que fazer todo o possível para ajudá-la a colocar o "crime" na perspectiva correta. Ela tem que ser ajudada a compreender que na maioria das sociedades na história do mundo, tal comportamento era onipresente [isto é, em todos os lugares], e este ainda é o caso."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 576-7)

"Talvez ela possa ser ajudada a compreender que na história do mundo o seu comportamento foi provavelmente mais comum do que o comportamento contido de quem não abusa sexualmente de seus filhos." Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 585)

Gardner sobre pais que abusam sexualmente de seus filhos:


• Diga a ele o que ele fez é o seu normal
"Ele tem que ser ajudado a compreender que, ainda hoje, [pedofilia] é uma prática difundida e aceita entre literalmente bilhões de pessoas. Ele tem de perceber que na nossa sociedade ocidental, especialmente, tomamos uma atitude muito punitiva e moralista para tais inclinações. Ele teve má sorte com respeito ao lugar e hora em que nasceu no que diz respeito às atitudes sociais em relação à pedofilia. No entanto, estas não são razões para condenar a si mesmo.".
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 593) Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)

• Mantenha-o em casa

A remoção de um pai pedófilo da casa "só deve ser seriamente considerada depois que todas as tentativas de tratamento da pedofilia e aproximação com a família provaram-se inúteis"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)

• Ajude-o a proteger-se
"Ele deve aprender a controlar-se, e a proteger-se das punições draconianas administradas aos da nossa sociedade que expressam seus impulsos de pedofilia."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 585-592)

• Ajude-o a esquecer-se
A terapia com o pai não deve ser gasta com foco no problema primário (isto é, abuso sexual). Em vez disso, a terapia deve ser gasto "falando sobre outras coisas", como o objetivo da terapia é "ajudar as pessoas a esquecer os seus problemas"
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 585-592)

• Mantenha pedófilos na comunidade
A remoção de um pai pedófilo da casa "só deve ser seriamente considerada depois que todas as tentativas de tratamento da pedofilia e reproximação com a família provaram-se inúteis:
"Aos pedófilos que abusam de crianças fora de casa, deve primeiro ser dada a oportunidade para o tratamento comunitário. "Se isso falhar, então e só então algum tipo de encarceramento forçado deve ser considerado"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)
Gardner sobre a histeria no abuso de crianças

“Alegações de abuso infantil são a "terceira maior onda de histeria" que a nação tem visto, seguindo os julgamentos das bruxas de Salem e da perseguição McCarthyite de esquerdistas.” Gardner, R.A. (1993, 22 de fevereiro). Caça às bruxas moderna - acusações de abuso infantil. The Wall Street Journal, p. A10.

"No momento, estamos vivendo em tempos perigosos, semelhante à Alemanha nazista. Histeria sobre o abuso sexual é onipresente." Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. XXV)

Quem é o culpado pela "histeria de abuso sexual infantil"?

• Pessoas que expressam sentimentos negativos contra pedófilos:
"Durante suas arengas contra os" pervertidos ", que são os objetos de seu desprezo, eles muitas vezes sobem para um nível de excitação que pode ser facilmente visto como sexual.... psicologicamente, tais indivíduos estão sempre lutando para reprimir seus próprios impulsos de pedofilia inaceitáveis, que são continuamente pressionados para a liberação ". Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (pp. 30-31).

• O sistema jurídico - incluindo os juízes

"Não há dúvida de que casos de abuso são" voltados "para a grande variedade de pessoas envolvidas neles, o acusador (s), os procuradores, os advogados, os juízes, os avaliadores, os psicólogos, os repórteres, os leitores de jornais e todos os outros envolvidos -. exceto para o falsamente acusado e a vítima inocente .. todo mundo está pegando sua "diversão"",
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 31).

"Os juízes. Também pode ter reprimido impulsos pedófilos sobre os quais há supressão, repressão e culpa. Inquérito sobre os detalhes do caso fornecem gratificações voyeurísticas e indiretas .. encarcerar o suposto autor pode servir psicologicamente para obliterar próprios impulsos de pedofilia projetadas do juiz. "Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 107)

• Mães sexualmente inibidas
"A mãe. está se gratificando psicologicamente [sua própria sexualidade inibida necessita] com a imagem visual que a alegação de abuso sexual proporciona."
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (pp. 36-37).

• Parentes ganaciosos
"Muitas são vítimas de sua ganância, que é tão grande que eles próprios ficam cegas para os traumas psicológicos que estão submetendo seus filhos para ganhar ações judiciais que lhes prometem uma enorme riqueza."
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (p 43).

• Princípios judaico-cristãos
"É de interesse que, de todos os povos antigos que pode muito bem ser que os judeus eram os únicos com atitude punitiva para com pedófilos .. Nossa reação presente à pedofilia representa um exagero dos princípios judaico-cristãos e é um fator significativo na operatório atipicidade da sociedade ocidental no que diz respeito a tais atividades"
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 46-7).

PARA MAIORES INFORMAÇÕES, VEJA:

http://www.leadershipcouncil.org/1/pas/RAG.html

Dallam, S. J. (1998). Dr. Richard Gardner: A review of his theories and opinions on atypical sexuality, pedophilia, and treatment issues. Treating Abuse Today , 8(1), 15-23.
1.Gardner, R. A. (1987).The parental alienation syndrome and the differentiation between fabricated and genuine child sex abuse . Creskill, NJ: Creative Therapeutics.
2.Gardner, R.A. (1993, September 6) Dr. Gardner defends work on sex abuse. National Law Journal, p. 16.
3.Sherman, Rorie. (1993, August 16) Gardner 's Law: "A Controversial Psychiatrist and Influential Witness Leads the Backlash against Child Sex Abuse 'Hysteria.'" The National Law Journal , pp. 1, 45-46.
4. See Gardner 's CV on his website (available at http://www.rgardner.com/pages/cvqual.html). See also: People v. Fortin, 706 N.Y.S.2d 611, 612 (Crim. Ct. 2000). Fortin was a criminal sex abuse case in which Dr. Gardner offered to testify on behalf of the accused molester concerning PAS and the credibility of the complaining witness. The court refused to permit his testimony because of a failure to establish general acceptance of PAS within the professional community.)
5. Quinn, K.M. (1991). Family evaluation in child custody mediation, arbitration, and litigation (Book Review). Bulletin of the American Academy of Psychiatry and Law , 19(1), 101-02.




terça-feira, 3 de maio de 2016



Memórias & Sobreviventes do Abuso Sexual Crônico

"Quase sempre, eles negam ou minimizam as memória abusivas. Eles necessitam: é muito doloroso acreditar que seus parentes fariam tais coisas. Então, eles fragmentam as memórias em centenas de cacos, deixando só os traços aceitáveis nas mentes conscientes.

Racionalizações como"minha infância foi dura", "ele só fez isso em mim uma ou duas vezes", e "não foi tão ruim assim" são comuns, mascarando o fato de que o abuso foi devastador e crônico.

Mas enquanto o conhecimento, as sensações corporais, e os sentimentos estiverem destruídos, eles não são esquecidos. Eles invadem de maneiras não esperadas: através de ataques de pânico e insônia, através de sonhos e obras de arte, através de aparentemente inexplicáveis compulsões, e através de um sombrio temor do parente abusivo.

Eles vivem simplesmente do outro lado da consciência, como vizinhos barulhentos que batem nas paredes, e, ocasionalmente, surgem à porta."

-David L. Calof, terapeuta.