QUEM CRIOU A TESE DE ALIENAÇÃO PARENTAL - Pontos de vista do Dr. Richard Gardner

Pontos de vista do Dr. Richard Gardner sobre pedofilia e abuso sexual infantil (fontes científicas)

Teorias de alienação parental, implantação de falsas memórias...como foi desenvolvido tudo isto? Qual a credibilidade real? Richard A. Gardn...

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sábado, 21 de janeiro de 2017

"Diga NÃO ao Projeto de Lei 4488/2016 que legaliza a VIOLÊNCIA contra as CRIANÇAS e as MÃES"

"Trabalho há 43 anos com crianças e adolescentes, no começo em instituições, a ABRAPIA foi uma delas, que me ensinou sobre a proteção da criança, sobre a dinâmica do abuso sexual. Hoje, acrescentei um enorme grupo de Sobreviventes do Abuso Sexual Intrafamiliar, que atendo no meu trabalho diário. Sei da dor na alma, permanente, das sequelas irreparáveis. Esta é a perversão de inteligentes. Eles, os pedófilos, se escondem embaixo do nosso nariz, manipulam a Justiça, se vitimizam, mas se dizem sempre acima de qualquer suspeita. Impunes absolutos. São 2.000 mães hoje, segundo uma única fonte, que perderam a guarda de seus filhos pequenos, e foram afastadas por terem buscado cumprir o dever de proteger. A privação materna para crianças tão pequenas é uma violação dos direitos fundamentais da criança, direito à integridade física, psicológica, à vida e à saúde. É obrigatória a dednúncia de maus-tratos, negligência e abuso sexual, pela mãe, avó, professora, médico, por qualquer pessoa. Este crime hediondo, praticado por psicopatas, tem que ser investigado pela Polícia Federal. Com esta lei promulgada, a 4488/2016, quem denunciar e não provar, serviço que não é do denunciante, será condenado a prisão de 3 meses a 3 anos. O crime contra a criança está sendo invertido, baseado numa teoria inventada por um pedófilo, Richard Gardner, que era a favor do incesto. A "mágica da pandemia de alienação parental", a acusação que é feita à mãe por buscar proteção para seu filho/a, está promovendo uma tragédia. Mães que perdem tudo, crianças que, criadas no mar da transgressão, como escravos sexuais, serão incapazes para o exercício da cidadania. A perspectiva da criminalização da invenção de um pedófilo, trará mais traumas, mais sequelas incapacitantes para milhares de crianças, e logo se tornará a lei da mordaça.
Precisamos revogar a Lei da Alienação Parental, conceito criado por um pedófilo, que  tem servido para encobrir agressores e abusadores sexuais.
Com esta lei da Alienação Parental milhares de crianças estão afastadas de suas mães, que estão injustamente proibidas de conviver e até de ver seus filhos há meses e anos. E, se este Projeto de Lei 4488/2016 for aprovado, teremos uma tragédia continuada, com mães, avós. professoras e médicos presos por cumprirem a lei da denúncia dos crimes de abuso sexual.    "
(Dra. Ana Iencarelli, Psicanalista, formada há 40 anos, Pós-graduada pela Sorbonne, Diplomada pela International Psychoanalytical Association, Presidente da extinta ABRAPIA em suas duas últimas gestões. Psicanalista Clínica, especializada no atendimento de Crianças e Adolescentes. Associada ao IBDFAM, Instituto de Direito de Família, Agente de Cidadania pelo Instituto de Cultura e Cidadania A Voz do Cidadão, defendendo a instalação de Salas de "Depoimento Sem Dano", a Escuta Especial de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. Co-autora dos livros: "Cuidado e Vulnerabilidade",2009, "Vida, Morte e Dignidade Humana" 2010, e "Cuidado e Responsabilidade", 2011. Autora do livro: "Abuso Sexual, uma tatuagem na alma de meninos e meninas", 2013.)
Para assinar e divulgar:

https://www.change.org/p/senadores-e-operadores-de-justi%C3%A7a-diga-n%C3%A3o-ao-projeto-de-lei-4488-2016-que-legaliza-a-viol%C3%AAncia-contra-as-crian%C3%A7as-e-as-m%C3%A3es

terça-feira, 21 de junho de 2016

“A “ESCALADA” DOS PAIS DE NANTES ESCONDE UM PROJETO DE LEI”


Do blog: https://milfwtf.wordpress.com/2016/06/20/frances-se-infiltra-no-masculinismo-para-denunciar-suas-taticas/


"Vejam a reportagem no Le Monde (livre tradução)
“A “ESCALADA” DOS PAIS DE NANTES ESCONDE UM PROJETO DE LEI”
Por Patric Jean, diretor e produtor do documentário “A dominação masculina”
Livre tradução: Ana Silva
Dois homens, separados de seus filhos pela justiça, ganharam as manchetes dos jornais locais essa semana, por escalarem guindastes em Nantes [França] e, um deles, por ter permanecido lá por todo fim de semana. Essa ação foi um golpe de mestre e ocorreu poucos dias depois de uma manifestação nacional planejada por uma associação de pais para “denunciar os excessos do poder judicial” na Justiça de família.
Por ocasião de um documentário (“A Dominação masculina”),  há muito tempo eu já vinha investigando associações de homens em Quebec [Canadá], onde o movimento masculinista é muito organizado e serve como inspiração para os ativistas europeus.
Para  uma melhor  abordagem , eu me fiz passar por um deles por alguns meses. O que acontece em Nantes está diretamente ligado a estes movimentos, assim como a um projeto de lei recente, sobre o qual pouco tem se falado.
O que se sabe sobre esses homens que escalaram o guindaste? O primeiro deles disse que não vê seu filho há dois anos e, portanto, o ato era uma manifestação de seu “desespero”. No entanto, soubemos que ele foi condenado a um ano e quatro meses de prisão, em setembro de 2012, por sequestrar seu filho. A violência havia sido exercida nesta ocasião e a criança foi encontrada em Ardèche [outro distrito da França], dois meses e meio mais tarde. Este homem foi, então, destituído de  sua autoridade parental, que era esperado.
O segundo pai, então, subiu noutro guindaste, e desceu algumas horas mais tarde, declarou à imprensa que “infelizmente, a justiça não é imparcial, que basta observar todos os números de crianças que moram e estão sob a guarda das mães, 80% das guardas de crianças são dadas para as mães ” . Atualmente, este homem é acusado pela sua ex-namorada de violência doméstica e abuso de crianças.
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Segunda pela manhã, foi possível ver o primeiro escalador com a sua grande bandeira em destaque, com três telefones celulares disponíveis para atender os repórteres e fazendo o  o “V” de “vitória” para as câmeras de televisão.
Esta situação estranhamente remete às ações organizadas por grupos de homens ingleses e de Quebec – “Pais por Justiça”- apenas há alguns anos antes. Mas a verdade é que, se a semelhança é tão impressionante, essas situações têm muita coisa em comum.
PELA RESTAURAÇÃO DOS VALORES PATRIARCAIS
Enquanto estive infiltrado nestes movimentos em Montreal [Canadá], eu pude ouvir com todos os detalhes as estratégias que esses militantes pelas causas do sexo masculino desejam estabelecer como metas internacionais. Desta forma, o caso do guindaste em Nantes não é apenas um momento de loucura de um único pai, mas uma extensa estratégia política que está apenas começando.
Mas, primeiramente, que é o masculinismo? Ele é, também, um movimento igualmente denominado como “anti-feminista”, que propõe a restauração dos valores patriarcais: a diferenciação radical dos sexos e do lugar do homem e da mulher em todos os níveis da sociedade; a supremacia dos homens sobre as mulheres na família , assim como nas lideranças em espaços urbanos; a defesa da manutenção do casal heterossexual como o único modelo de  união possível; a educação viril dos meninos e, portanto, a recusa de qualquer igualdade entre mulheres e homens. Eles negam a importância de fenômenos como a violência doméstica, o incesto e o estupro, o que, segundo eles, seriam invenções feministas daquelas que alguns deles chamam de “Feminazis” .
Eles consideram o avanço das lutas das mulheres e homossexuais por igualdade como a destruição de um modelo social ao qual precisamos retornar. O divórcio, muito mais frequentemente solicitado por mulheres, eles esperam que sejam endurecidas as condições para a sua obtenção. Sua luta é, portanto, em defesa do poder masculino ancestral em todos os níveis da sociedade.
 Foi em nome dessas idéias retrógradas que um jovem matou catorze estudantes de uma escola Politécnica de Montreal, em 06 de dezembro de 1989, afirmando que essas pessoas estavam roubando os lugares dos homens na escola. O assassino, então, se tornou o herói dos masculinistas mais “desacanhados” .
AS ESTRATÉGIAS PARA A REALIZAÇÃO DE SUAS IDEIAS
Os masculinistas, de maneira confidencial, compartilharam comigo as várias estratégias postas em prática, especialmente em Quebec, para promover suas ideias. Mas, ao analisar seus próprios fracassos, eles também me falaram sobre os conselhos oferecidos pelos adeptos do masculinismo na França, Bélgica, Suiça, Espanha… Suas estratégias consistem em basear suas declarações sobre a situação dos pais com base em dois argumentos.
O primeiro desses argumentos consiste em  denunciar , de maneira obsessiva, a ideia de que há um conluio entre juízes, meios de comunicação e instituições políticas para expulsar os pais da vida de seus filhos.
O argumento apresentado por um dos homens de Nantes é exatamente expresso por uma sentença que ecoou entre os homens de Quebec durante anos: “80% das crianças são confiadas pela Justiça principalmente para mães”. Eles se esquecem de dizer, no entanto, que, em 80% casos, os próprios pais [homens] desejam que seja assim. Um fim de semana a cada 15 dias e a metade das férias são o suficiente para eles, e isso nunca foi um problema pra eles – é até bastante normal em uma sociedade onde as mulheres ainda ocupam 80% das tarefas familiares e domésticas. As ações de divulgação empreendidas pelos masculinistas, portanto, são projetadas para atrair a atenção da mídia acerca de estatísticas tendenciosas e que a mídia raramente se dá ao trabalho de verificar.
O segundo argumento é uma invenção de um masculinista defensor da pedofilia, Richard Gardner: a “Síndrome de Alienação Parental” ou “SAP” . Além do aspecto repugnante de seu inventor, só o que se pode dizer sobre a síndrome, é que, de síndrome, ela não tem nada, uma vez que nenhuma faculdade de medicina ou psicologia no mundo , nenhuma instituição, nunca reconheceu este conceito como válido.
Esta é a ideia de que, em um divórcio, a mulher (ou homem, mas masculinistas irão, obviamente, se voltar contra as mulheres) tenderiam a desqualificar a imagem do pai de seus filhos com o objetivo de afastá-lo deles. Os pais seriam, portanto, essas centenas de milhares de pessoas privadas pelas mulheres da convivência com seus filhos graças à incapacidade da justiça em reconhecer essa pseudo-síndrome.
Essa pretensa “síndrome”, serve como um escudo de proteção para homens acusados de violência doméstica ou de abuso sexual contra crianças. A acusação feita pelas vítimas se converte em uma “falsa alegação”, uma evidência de que elas [as mães] querem desenvolver [nas crianças] uma síndrome que culminará na rejeição pelos pais, e pela qual eles acabarão por ser [injustamente] condenados – inversão de fatos que vemos acontecer cada vez mais frequentemente. Isso é como um livre passaporte para estupradores e homens violentos, uma arma de destruição em massa entregue nas mãos de alguns advogados.
Que existem separações difíceis e infelizes, isso não pode ser contestado. A separação de casais com filhos muitas vezes provoca graves feridas. Mas imaginar que haveria uma situação sistêmica de exclusão de pais da vida das crianças promovida por mães a ponto de se caracterizar uma síndrome, isso é uma invenção. Mas alguns homens, acostumados à ideia de que a violência doméstica é considerada um assunto privado e o incesto como um assunto que não deve ser problematizado, não admitem o fato de que uma mulher possa denunciar ou  prestar queixa sobre esses abusos. Qualquer avanço nesse sentido é tido por eles como uma traição.
Eu mesmo já ouvi suficientemente esses homens falarem sobre pedofilia para poder testemunhar o fato de que ela é tida por muitos deles como um desejo masculino que não deve ser contido. Um pai incestuoso e posteriormente condenado e encarcerado por alguns anos na prisão é apoiado e considerado por eles um herói de sua luta política.
A VONTADE DE MUDAR AS LEIS
As instruções dadas pelos grupos masculinistas a seus amigos europeus foram seguidas à risca durante a semana da escalada do guindaste, em Nantes. A escalada dos guindastes é uma reprodução do caso das pontes, em Montreal: o mesmo “V” para a “vitória”, a mesma quantidade de telefones celulares para falar com a imprensa, o mesmo evento organizado no decorrer da semana para atrair a atenção da mídia e, finalmente, a mesma vontade de alterar as leis.
Esses casos são realmente sobre o desejo dos masculinistas de mudar as leis. Um projeto de lei foi apresentado em 24 de outubro de 2012 para tornar obrigatória a residência alternada [guarda compartilhada], o que tornará mais difícil atender as necessidades das mulheres separadas com filhos. Este projeto de lei propõe seis alterações ao código civil e ao código penal e traz pra dentro das leis a [falsa] síndrome de alienação parental.
E eles não estão em sua primeira tentativa, uma vez que vários projetos de lei já foram apresentados na França, resultantes de um esforço em massa de associações de lobby masculinistas desse país.
– 18 de março de 2009, o projeto de lei 1531 para determinar a guarda compartilhada como a solução preferencial em caso de separação.
– Em 3 de junho de 2009, o projecto de lei  1710 para lutar contra todos os tipo de manipulações de responsáveis contra seus filhos, incluindo a Síndrome de Alienação Parental (SAP), e todo tipo de descrédito de um progenitor contra o outro.
– 18 de outubro de 2011, com a proposta de lei 3834. (aperfeiçoamento dos dois projetos de lei anteriores).
– E, assim, em 24 de Outubro de 2012, o projeto de lei 309 para fazer da guarda compartilhada obrigatória e forçá-la sob o argumento da SAP.
É importante lembrar que, em nosso país [França], os filhos só foram confiados às mães após a separação há menos de um século. Na verdade, até o início do XX, o pai tinha todos os direitos sobre seus filhos e, muitas vezes, os entregava a algum de seus parentes. Na França, até a lei de 1970, os filhos só diaziam respeito aos pais [homens]. Foi esta lei que instituiu o conceito de autoridade parental conjunta e compartilhada. A ideia de “pais” –  como indivíduos iguais em direitos perante a separação –  só susrgiria muito após a conquista do direito ao divórcio.
Mas, se 80% dos casais separados puderem decidir amigavelmente sobre a guarda de seus filhos, o que, na maioria das vezes, é o que desejam as mães, finalmente se revelará que uma em cada cinco mulheres sofre violência doméstica e uma em cada cinco crianças é vítima de abuso sexual, principalmente por parentes (Conselho da Europa ). Então, os masculinistas, negando toda essa violência e apelando para o retorno a uma situação em que o homem era o patriarca da família, desenvolveram uma teoria em que muitos deputados e senadores depositam fé ao defender suas propostas legislativas.
Alguns fracassos anteriores não impedirão a apresentação de novas propostas durante as próximas discussões sobre a família na Assembleia Nacional. Pode-se apostar, com segurança, que os escaladores Nantes e seus amigos vão, mais uma vez, apresentar suas propostas nos próximos meses.
Patric Jean, cinasta e produtor do documentario “A Dominação Masculina”
Fonte: http://www.lemonde.fr/idees/article/2013/02/18/l-escalade-des-peres-a-nantes-cache-une-proposition-de-loi_1834399_3232.html


Este post faz parte do #ProjetoHisteria, uma iniciativa de combate à institucionalização da cultura do estupro. Para mais conteúdos como este, procure por #ProjetoHisteria no Google."



terça-feira, 14 de junho de 2016

A Estranha Advocacia para "Síndrome de Alienação Parental" - A ferramenta perfeita para prejudicar as crianças

A Estranha Advocacia para "Síndrome de Alienação Parental" - A ferramenta perfeita para prejudicar as crianças



(Postado em 17 de dezembro de 2015)

A juíza Lisa Gorcyca, da Vara de Família de Michigan (EUA), trabalhando em conjunto com os amigos e advogados, proibiu três filhos de ver a mãe há meses, mas sem qualquer evidência contra a mãe. A história tem repetidamente notícias nacionais (http://www.usnews.com/news/articles/2015-12-15/judge-who-jailed-kids-for-refusing-lunch-with-dad-may-face-removal), uma vez que a juíza também prendeu essas crianças por desrespeito ao tribunal.
A ética pobre da juíza, a forma, e a compreensão da lei estão sendo revistas, felizmente, por parte das autoridades de Michigan que apresentaram uma queixa contra ela. Mas seu método não irá chamar a atenção nesse processo. Seu método é citar "síndrome de alienação parental" (http://america.aljazeera.com/articles/2014/1/24/does-a-controversialdiagnosishelpfathersdodgeabusecharges.html)
 como a razão pela qual ela não precisa de qualquer prova contra a mãe, a fim de considerar o seu comportamento abusivo. É isso mesmo, a juíza não tem provas de abuso da autoridade materna. É por isso que ela prendeu as crianças, eu suponho. (Pensando bem, sua ação foi claramente contra as crianças, também. Ela xingou-as, por exemplo, e parecia muito feliz em mandá-las para a cadeia e fazer todos os tipos de ameaças contra elas.)
As crianças regularmente viam seu pai quando ele ia visitar, mas não gostavam dele. Dizem que ele bate nelas, e as chuta. Sua escola chamou o CPS para denunciar os abusos, enquanto viviam com ele neste outono. Ele, é claro, queria-os na detenção juvenil por não terem estado o suficiente com ele, e agora ele prefere que eles vivam em um orfanato em vez de deixá-los ir para casa com sua mãe. Assim, ninguém poderia dizer que as crianças são irracionais por não gostar desse pai.
Mas isso não é problema, para os fãs da "síndrome de alienação parental." Eles dizem que havendo ou não razões para não gostar de um pai distante, isso é evidência de lavagem cerebral (minha fonte é a mais recente publicação pelo pesquisador mais respeitável de SAP: Warshak 2015 (http://psycnet.apa.org/psycinfo/2015-27699-001/)).
Temos agora sobreviventes da Vara de Família que foram presos quando menores porque não quiseram viver com seus pais, e eles são muito bons em explicar sobre o que a "SAP" realmente é. (https://www.washingtonpost.com/posteverything/wp/2015/08/03/we-were-sent-to-juvenile-detention-for-refusing-to-live-with-our-father/)
 Eles não sofreram uma lavagem cerebral. As origens dessa visão são tão inconvenientes como você pode imaginar. Eu vou me dedicar a elas daqui a pouco. Mas o que parece importar legalmente é que seus defensores não têm nenhuma evidência, zero, para qualquer eficácia da abordagem "anti-lavagem cerebral" que eles recomendam (e tribunais como os de Gorcyca).
Eles escrevem que as crianças que "racional e irracionalmente" não gostam de um pai distante precisam ser removidas dos cuidados dos parentes que amam. Ou seja, mesmo que as crianças estejam, em todas as formas observáveis, plenamente equilibradas. Eles zombam da idéia de que isto poderia ser traumatizante, e vão tão longe para provar a pesquisa sobre "ligação" com os pais para não olhar para dentro das situações de "síndrome de alienação parental." Podemos ter certeza de pesquisadores assim não estudam as sessões de "anti -lavagem cerebral" dirigidas por advogados da "síndrome de alienação parental"! Quem esperaria isto? Neste caso, a juíza Gorcyca graduou-se no ensino médio com um registro criminal por fazer isso," anti-lavagem cerebral ", ao longo de quatro dias em um quarto de hotel por dezenas de milhares dólares. Este não é o tipo de coisa que deixe rastros numa pesquisa. É também assistência médica escandalosamente antiética.
Defensores da "Síndrome de Alienação Parental" admitem que eles não têm estudos que testam a eficácia dos seus tratamentos recomendados. Lendo-os, é como ler uma descrição meramente verbal do que eles acham que é melhor: eles especulam e, em seguida, oferecem recomendações de boas práticas recomendáveis. Você não pode estabelecer evidências para desmascarar seus pontos de vista, já que os seus pontos de vista recusam uma investigação baseada em não-SAP. Por exemplo, eles descartam a terapia convencional. Isto pode exacerbar alienação parental! (Quão conveniente!). Você poderia pensar que eles estão acusando o parente amado de ter um transtorno de personalidade. Mas, como se encaixa com a abordagem geral, eles evitam qualquer coisa que possa ser refutada. Os pais que são alvo podem ser comprovadamente provados sem transtornos de personalidade, afinal de contas. Isso deve parecer muito arriscado. Então, pesquisadores da visão SAP apenas dizem que o parente amado é "patológico", e só.
Eles repudiam o senso comum. Que mal há em retirar crianças de sua casa para isolá-las de todos os amigos e familiares na detenção juvenil? Nenhum dano, dizem os defensores da SAP. E sobre a proibição de uma criança estar com sua mãe? Nenhum dano! Parece que a idéia de que uma criança sofre é apenas um mito. Warshak argumenta que nenhum de nós provou que esses tipos de coisas causam trauma. E, é claro, rejeitam os próprios sentimentos da criança como errados.
"Síndrome de Alienação Parental" foi inventada por um terapeuta que também achou que a pedofilia deve ser normalizada, culpando a criança, e que o abuso sexual não é um dano (mais aqui http://www.leadershipcouncil.org/1/pas/RAG.html). Será que essa abordagem considera as reivindicações de crianças que alegam abuso como sendo verdade? Claro que não. Será que essa abordagem dá qualquer crédito aos danos causados às crianças que o senso comum reconhece? Claro que não.Esta é uma ferramenta perniciosa para um juiz sem ética. A Juíza Gorcyca prendeu e removeu as crianças de sua casa, e ao fazê-lo, ela está perpetuando nada além de uma experiência com crianças sendo prejudicadas através de maneiras convencionais. Ela está fazendo isso com base em nenhuma evidência.
Isto deve ser inaceitável para todos nós.


A boa notícia pode ser que, aparentemente, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos reconhece o problema aqui. Tirar uma criança de sua casa e de qualquer parente apto cria um "desfecho prejudicial" (para detalhes, ver o relatório US Dept. Justiça aqui https://www.ncjrs.gov/pdffiles1/nij/grants/238891.pdf). Isso significa que o dano de negar à criança um relacionamento com o parente que de fato ama é maior do que quaisquer possíveis “benefícios” prometidos pela terapia "SAP" anti-lavagem cerebral .E não é tão óbvio? Ou temos que esperar por mais crianças a se tornarem adultos e dizer-nos?



quarta-feira, 11 de maio de 2016

Pontos de vista do Dr. Richard Gardner sobre pedofilia e abuso sexual infantil (fontes científicas)

Teorias de alienação parental, implantação de falsas memórias...como foi desenvolvido tudo isto? Qual a credibilidade real?

Richard A. Gardner, M.D., é o criador e principal proponente da teoria de “Síndrome de Alienação Parental” (SAP). Antes de seu suicídio, Gardner foi, durante algum tempo, professor clínico de psiquiatria infantil em tempo parcial, não remunerado (voluntário) no Colégio de Médicos e Cirurgiões da Universidade de Columbia . Ele ganhava dinheiro principalmente como um perito forense .

O conceito de SAP foi desenvolvido pelo Dr. Richard Gardner, em 1985, com base em suas observações pessoais e trabalho como perito, freqüentemente em nome dos pais acusados de molestar seus filhos. Gardner afirmou que SAP é muito comum, e que viu manifestações desta síndrome em mais de 90% dos conflitos de custódia que ele avaliou - mesmo quando alegações de abuso não são levantadas (Gardner, 1987, p 67). . Gardner (06 de setembro de 1993 ) afirmou que a SAP é "uma desordem infantil, decorrente quase exclusivamente em disputas pela custódia de criança, em que um dos pais (geralmente a mãe) programa a criança a odiar o outro progenitor (geralmente o pai).

A teoria da SAP de Gardner teve um efeito profundo sobre a forma como os sistemas de corte em nosso país lidavam com as alegações de abuso sexual de crianças, especialmente durante o divórcio. Gardner foi o autor de mais de 250 livros e artigos com conselhos dirigidos aos profissionais de saúde mental, a comunidade jurídica, adultos divorciados e seus filhos. A editora privada de Gardner, a Creative Therapeutics, publicou seus muitos livros, cassetes, e videotapes. A informação disponível no site de Gardner indica que ele foi certificado para testemunhar como um perito em aproximadamente 400 casos, tanto penal e civil, em mais de 25 Estados. O trabalho de Gardner continua a servir como uma base para decisões que afetam o bem-estar das crianças em tribunais de todo o país. Ele era considerado uma das maiores autoridades em tribunais de família e tem sido descrito como o "guru" das avaliações de custódia da criança.
Pelo fato da teoria SAP de Gardner ter sido baseada em suas observações clínicas - e não de dados científicos -,deve ser entendida no contexto de seus pontos de vista extremos a respeito das mulheres, pedofilia e abuso sexual de crianças.

Gardner sobre pedofilia:

“A grande maioria ("provavelmente mais de 95%") de todas as alegações de abuso sexual são válidas.” Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: (pp. 7, 140) Creative Therapeutics.

"Há um pouco de pedofilia em cada um de nós."
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 118)

Se a relação sexual é descoberta, "a criança é susceptível de fabricar para que o adulto seja responsabilizado pela iniciação."
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals.. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (. P 93).

"A criança normal apresenta uma grande variedade de fantasias e comportamentos sexuais, muitos dos quais seriam rotulados como" doente "ou" pervertido "se exibido por adultos"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 12)

"O abuso sexual não é necessariamente traumático; o determinante quanto ao fato do abuso sexual ser traumático para a criança, é a atitude social para esses encontros."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 670-71)

"Pedofilia foi considerada a norma pela grande maioria dos indivíduos na história do mundo." Gardner, R.A. (1992). Verdadeiras e falsas acusações de abuso sexual infantil. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 592-3)

"Da mesma forma, "a pedofilia intrafamiliar (isto é, o incesto) é generalizada e ... é, provavelmente, uma tradição antiga"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)

"É porque a nossa sociedade reage exageradamente a ela [pedofilia] que as crianças sofrem."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex AbuseCresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 594-5)

"Pedofilia pode aumentar a sobrevivência da espécie humana, servindo "fins de procriação."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 24-5)

"Pedofilia "é uma prática difundida e aceita entre literalmente bilhões de pessoas."
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals. Cresskill, NJ: Creative Therapeutics, (. P 93)

Além disso, Gardner propõe que muitos tipos diferentes de comportamento sexual humano, incluindo a pedofilia, sadismo sexual, necrofilia (sexo com cadáveres), zoofilia (sexo com animais), coprofilia (sexo envolvendo defecação), pode ser visto como tendo espécies de valor de sobrevivência e assim fazer "não garante a ser excluído da lista dos chamadas formas naturais de comportamento sexual humano. "See, Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse . Cresskill, NJ: Creative Therapeutics. (pp. 18-32)

"Pedofilia "é uma prática difundida e aceita entre literalmente bilhões de pessoas."
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals. Cresskill, NJ: Creative Therapeutics, (. P 93)

Além disso, Gardner propõe que muitos tipos diferentes de comportamento sexual humano, incluindo a pedofilia, sadismo sexual, necrofilia (sexo com cadáveres), zoofilia (sexo com animais), coprofilia (sexo envolvendo defecação), pode ser visto como tendo valor na sobrevivência das espécies, e que, assim, "não garante a exclusão da lista das chamadas formas naturais de comportamento sexual humano. " See, Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse . Cresskill, NJ: Creative Therapeutics. (pp. 18-32)

Gardner sobre a agressividade sexual de crianças


Gardner sugere que as crianças querem ter relações sexuais com adultos e podem seduzi-los. “Algumas crianças experimentam altos impulsos sexuais na primeira infância."
"Há uma boa razão para acreditar que a maioria, se não todas as crianças, têm a capacidade de atingir o orgasmo no momento em que nascem."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 15)

"As crianças são naturalmente sexuais e podem dar início a encontros sexuais "seduzindo" o adulto".
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals.. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (. P 93) .NS de crianças Abuso Sexual. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 18-32)

Gardner sobre a terapia com as crianças que são abusadas sexualmente por seu pai:

• Mantenha a criança ligada ao abusador
Cuidados especiais devem ser tomados para não afastar a criança do pai molestador. A remoção de um pai pedófilo da casa "só deve ser seriamente considerada depois que todas as tentativas de tratamento da pedofilia e aproximação com a família provarem-se inúteis." Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuso. Cresskill, NJ:. Therapeutics criativos (. P 537)

"A criança deve ser informada de que não existe tal coisa como um pai perfeito.”

"A exploração sexual tem sido colocada na lista negativa, mas positivamente também pode ser apreciada" Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ:. Therapeutics criativos (. P 572)

• Diga à criança que o abuso sexual por um pai é normal

As crianças mais velhas podem ser ajudadas a compreender que os encontros sexuais entre um adulto e uma criança não são universalmente considerados atos condenáveis. Pode ser dito à criança sobre outras sociedades em que tal comportamento foi e é considerado normal. A criança pode ser ajudada a apreciar a sabedoria de Hamlet, de Shakespeare, que disse: "Nada é bom ou mau, mas o pensamento torna-o."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ:. Therapeutics criativos (. P 549)

"Em tais discussões a criança tem que ser ajudada a compreender que temos em nossa sociedade uma atitude punitiva e exageradamente moralista sobre encontros sexuais adulto-criança"
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativos (p 572)...

Gardner sobre mães que descobrem que seu marido está abusando sexualmente de seu filho

Gardner culpa a mãe pelo abuso paterno, que, segundo ele, não satisfez seu marido sexualmente. Ele sugere que os terapeutas devem ajudar a mãe de vítimas de incesto conseguir a gratificação sexual.

• Desencoraja os litígios.
• Incentiva-a a ficar com seu marido (o agressor)
• Culpa-a e à filha pelo abuso sexual do pai
"Pode ser que uma das razões da filha voltar-se para o pai seja o comprometimento da relação da criança com a mãe" (pp. 579-80)
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse . Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 585)
• Ajudá-la a superar sua raiva contra o marido por abusar sexualmente de seu filho.
"Se a mãe reagiu ao abuso de uma forma histérica, ou usando isto como uma desculpa para uma campanha de difamação do pai, em seguida, o terapeuta faz bem em tentar "acalmá-la".... Sua histérica .. . vai contribuir para o sentimento da criança de que um crime hediondo foi cometido e, assim, diminuir a probabilidade de qualquer tipo de reaproximação com o pai. Alguém tem que fazer todo o possível para ajudá-la a colocar o "crime" na perspectiva correta. Ela tem que ser ajudada a compreender que na maioria das sociedades na história do mundo, tal comportamento era onipresente [isto é, em todos os lugares], e este ainda é o caso."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 576-7)

"Talvez ela possa ser ajudada a compreender que na história do mundo o seu comportamento foi provavelmente mais comum do que o comportamento contido de quem não abusa sexualmente de seus filhos." Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 585)

Gardner sobre pais que abusam sexualmente de seus filhos:


• Diga a ele o que ele fez é o seu normal
"Ele tem que ser ajudado a compreender que, ainda hoje, [pedofilia] é uma prática difundida e aceita entre literalmente bilhões de pessoas. Ele tem de perceber que na nossa sociedade ocidental, especialmente, tomamos uma atitude muito punitiva e moralista para tais inclinações. Ele teve má sorte com respeito ao lugar e hora em que nasceu no que diz respeito às atitudes sociais em relação à pedofilia. No entanto, estas não são razões para condenar a si mesmo.".
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 593) Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)

• Mantenha-o em casa

A remoção de um pai pedófilo da casa "só deve ser seriamente considerada depois que todas as tentativas de tratamento da pedofilia e aproximação com a família provaram-se inúteis"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)

• Ajude-o a proteger-se
"Ele deve aprender a controlar-se, e a proteger-se das punições draconianas administradas aos da nossa sociedade que expressam seus impulsos de pedofilia."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 585-592)

• Ajude-o a esquecer-se
A terapia com o pai não deve ser gasta com foco no problema primário (isto é, abuso sexual). Em vez disso, a terapia deve ser gasto "falando sobre outras coisas", como o objetivo da terapia é "ajudar as pessoas a esquecer os seus problemas"
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 585-592)

• Mantenha pedófilos na comunidade
A remoção de um pai pedófilo da casa "só deve ser seriamente considerada depois que todas as tentativas de tratamento da pedofilia e reproximação com a família provaram-se inúteis:
"Aos pedófilos que abusam de crianças fora de casa, deve primeiro ser dada a oportunidade para o tratamento comunitário. "Se isso falhar, então e só então algum tipo de encarceramento forçado deve ser considerado"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)
Gardner sobre a histeria no abuso de crianças

“Alegações de abuso infantil são a "terceira maior onda de histeria" que a nação tem visto, seguindo os julgamentos das bruxas de Salem e da perseguição McCarthyite de esquerdistas.” Gardner, R.A. (1993, 22 de fevereiro). Caça às bruxas moderna - acusações de abuso infantil. The Wall Street Journal, p. A10.

"No momento, estamos vivendo em tempos perigosos, semelhante à Alemanha nazista. Histeria sobre o abuso sexual é onipresente." Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. XXV)

Quem é o culpado pela "histeria de abuso sexual infantil"?

• Pessoas que expressam sentimentos negativos contra pedófilos:
"Durante suas arengas contra os" pervertidos ", que são os objetos de seu desprezo, eles muitas vezes sobem para um nível de excitação que pode ser facilmente visto como sexual.... psicologicamente, tais indivíduos estão sempre lutando para reprimir seus próprios impulsos de pedofilia inaceitáveis, que são continuamente pressionados para a liberação ". Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (pp. 30-31).

• O sistema jurídico - incluindo os juízes

"Não há dúvida de que casos de abuso são" voltados "para a grande variedade de pessoas envolvidas neles, o acusador (s), os procuradores, os advogados, os juízes, os avaliadores, os psicólogos, os repórteres, os leitores de jornais e todos os outros envolvidos -. exceto para o falsamente acusado e a vítima inocente .. todo mundo está pegando sua "diversão"",
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 31).

"Os juízes. Também pode ter reprimido impulsos pedófilos sobre os quais há supressão, repressão e culpa. Inquérito sobre os detalhes do caso fornecem gratificações voyeurísticas e indiretas .. encarcerar o suposto autor pode servir psicologicamente para obliterar próprios impulsos de pedofilia projetadas do juiz. "Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 107)

• Mães sexualmente inibidas
"A mãe. está se gratificando psicologicamente [sua própria sexualidade inibida necessita] com a imagem visual que a alegação de abuso sexual proporciona."
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (pp. 36-37).

• Parentes ganaciosos
"Muitas são vítimas de sua ganância, que é tão grande que eles próprios ficam cegas para os traumas psicológicos que estão submetendo seus filhos para ganhar ações judiciais que lhes prometem uma enorme riqueza."
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (p 43).

• Princípios judaico-cristãos
"É de interesse que, de todos os povos antigos que pode muito bem ser que os judeus eram os únicos com atitude punitiva para com pedófilos .. Nossa reação presente à pedofilia representa um exagero dos princípios judaico-cristãos e é um fator significativo na operatório atipicidade da sociedade ocidental no que diz respeito a tais atividades"
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 46-7).

PARA MAIORES INFORMAÇÕES, VEJA:

http://www.leadershipcouncil.org/1/pas/RAG.html

Dallam, S. J. (1998). Dr. Richard Gardner: A review of his theories and opinions on atypical sexuality, pedophilia, and treatment issues. Treating Abuse Today , 8(1), 15-23.
1.Gardner, R. A. (1987).The parental alienation syndrome and the differentiation between fabricated and genuine child sex abuse . Creskill, NJ: Creative Therapeutics.
2.Gardner, R.A. (1993, September 6) Dr. Gardner defends work on sex abuse. National Law Journal, p. 16.
3.Sherman, Rorie. (1993, August 16) Gardner 's Law: "A Controversial Psychiatrist and Influential Witness Leads the Backlash against Child Sex Abuse 'Hysteria.'" The National Law Journal , pp. 1, 45-46.
4. See Gardner 's CV on his website (available at http://www.rgardner.com/pages/cvqual.html). See also: People v. Fortin, 706 N.Y.S.2d 611, 612 (Crim. Ct. 2000). Fortin was a criminal sex abuse case in which Dr. Gardner offered to testify on behalf of the accused molester concerning PAS and the credibility of the complaining witness. The court refused to permit his testimony because of a failure to establish general acceptance of PAS within the professional community.)
5. Quinn, K.M. (1991). Family evaluation in child custody mediation, arbitration, and litigation (Book Review). Bulletin of the American Academy of Psychiatry and Law , 19(1), 101-02.