https://m.youtube.com/watch?v=AsQfcQDg1HU
"Mel Gibson: Hollywood é ' Covil de parasitas ' Que ' se divertem com sangue de crianças '
Os estúdios de Hollywood estão " encharcados no sangue de crianças inocentes ", segundo o Gibson, que afirma que " a humanidade e o nosso planeta estão sob ataque e numa encruzilhada séria ".
Mel Gibson, afirma que o consumo de " sangue de bebês " é tão popular em Hollywood que basicamente funciona como uma moeda própria. "
A elite de Hollywood é " inimiga da humanidade agindo continuamente contra os nossos melhores interesses " e " Quebrando cada tabu dado por Deus, mesmo a santidade das crianças ", disse Mel Gibson em Londres, onde promove o seu papel em daddy ' S HOME 2, o seu papel mais destacado na tela em anos.
" é um segredo em Hollywood. Estas pessoas têm os seus próprios ensinamentos religiosos e espirituais e os seus próprios quadros sociais e morais. Têm os seus textos sagrados, estão doentes, acreditem, e não podem estar mais em desacordo com o que a América representa. "
Mel Gibson apareceu no Graham Norton show na bbc na sexta-feira, e ensinou os convidados surpreendidos sobre a verdadeira natureza das elites de Hollywood na sala verde atrás do palco após a sua aparição.
Ao explicar que passou os últimos dez anos "trabalhando em suas próprias ideias, fora do sistema de Hollywood" Depois de ter sido incluído na lista negra de Hollywood em 2006 por compartilhar opiniões sobre a indústria e o mundo contra a ortodoxia liberal O Gibson disse: " Não sei como dizer-te gentilmente... Hollywood está institucionalizado como pedófilo.
"estão a usar e a abusar de crianças".
" o que quero dizer? Este não é um tipo de abstração artística. Colhem o sangue das crianças. Eles comem a carne. Acham que isto lhes dá força de vida. Se a criança sofria no corpo e na psique antes de morrer, acham que isto lhes dá uma força de vida extra ".
" há uma força criativa e amorosa dentro da maioria de nós que nos guia através da vida. Estas pessoas não têm isto. Para eles é o oposto ".
Segundo Mel Gibson, que passou 30 anos dentro e fora do sistema de Hollywood, as elites da indústria "prosperam com a dor, o trauma, o stress, o abuso e o sofrimento".
" Hollywood está encharcado no sangue de crianças inocentes. Durante muito tempo, todas as referências à pedofilia e ao canibalismo foram simbólicas ou atoardas. Mas fui pessoalmente apresentado à prática no início da década de 2000. Posso falar sobre isso agora porque estas pessoas, os executivos, estão mortos agora ".
" o sangue de um bebê abusado sexualmente é considerado altamente " Enriquecido " e é muito apreciado. O dinheiro muda de mãos, favores, subornos, não fazes ideia. Os bebês são uma moeda de alto desempenho. Os bebês são sua marca Premium de filé de diamante de caviar de alta qualidade ".
Mas segundo o Gibson, esta não é uma perversão do sabor do mês, popular entre homens e mulheres que se têm dos pecados normais.
" isto não é nada de novo. Se investigar algo, verás que é um fenómeno metafísico e alquímico e podes encontrá-lo atrás de cena em todos os tempos sombrios da história.
" é uma arte e prática escondida, multidimensional, usada pelas sociedades secretas nos últimos cem anos para a programação social e o controle mental, e elevada a um apogeu por Hollywood na América em nossa era. "
http://yournewswire.com/mel-gibson-parasites-blood-kids/"
(Fonte: https://portrasmidiamundiall.blogspot.com/2017/12/mel-gibson-hollywood-e-covil-de.html?m=1)
Blog voltado a todas as pessoas que sofrem ou sofreram algum tipo de abuso intrafamiliar na infância, aos parentes que as apoiam, e aos que não aceitam que a sociedade feche os olhos para isto, nem que criminosos sigam impunes. Chega de silêncio! #Livredeabuso #crescerempaz
QUEM CRIOU A TESE DE ALIENAÇÃO PARENTAL - Pontos de vista do Dr. Richard Gardner
Pontos de vista do Dr. Richard Gardner sobre pedofilia e abuso sexual infantil (fontes científicas)
Teorias de alienação parental, implantação de falsas memórias...como foi desenvolvido tudo isto? Qual a credibilidade real? Richard A. Gardn...
sábado, 25 de agosto de 2018
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Lei expõe crianças a abuso
O criador do conceito de alienação parental, acima de ser um médico, era um autêntico MONSTRO. Infelizmente, mesmo tendo feito à humanidade p favor de se suicidar, em 2003, deixou o legado de horror utilizado por alguns legi$ladore$ que não se importam em tornar as vidas das crianças atingidas um verdadeiro inferno.
"(...)A síndrome por trás da lei
A Lei 12.318 baseia-se no conceito de síndrome de alienação parental (SAP), criado pelo psiquiatra norte-americano Richard Gardner, em meados da década de 1980. Segundo Gardner, a síndrome se instalaria em crianças, geralmente durante ou após processos de separação conflituosa, provocada por campanhas de difamação promovidas por um dos cônjuges, normalmente a mãe, que se tornaria a “alienadora”.
Entre os vários expedientes utilizados para prejudicar a imagem do ex-companheiro, estariam as falsas acusações de abuso sexual e a implantação de memórias nos filhos por meio de lavagens cerebrais. Como consequência, eles desenvolveriam ódio crescente pelo genitor “alienado” até que finalmente se juntariam à campanha de difamação. A SAP causaria distúrbios mentais de ordem variada nas crianças, que nunca se recuperariam do trauma.
Além de elaborar a teoria da síndrome, o psiquiatra norte-americano ofereceu um conjunto de ferramentas para combatê-la: a “terapia da ameaça”. O método propõe tratamentos psicoterápicos impostos pela Justiça para o alienador, suspensão do sigilo entre paciente e psicólogo e livre acesso do juiz aos dados do tratamento. Prevê punições como inversão de guarda, privação total de contato entre o genitor “alienador” e a criança e encarceramento.
O conceito da SAP logo se espalhou pelos tribunais, principalmente da Europa e das Américas. O médico norte-americano fez carreira como psiquiatra forense, tendo atuado em mais de 400 casos de divórcio litigioso. O que leva à primeira crítica à sua teoria: ele teria criado a SAP para figurar como arma de defesa nos processos em que trabalhava.
“Este médico fez sua carreira profissional defendendo indivíduos acusados de abuso sexual de crianças e criou esta teoria da síndrome da alienação parental, que nunca foi reconhecida pela comunidade acadêmica e pela ciência, para defender seus clientes”, afirmou à Pública a ministra do Tribunal Constitucional de Portugal (equivalente ao nosso Supremo) Maria Clara Sottomayor, que esteve no Brasil a convite do Judiciário catarinense para falar sobre o tema.
De fato, o rigor de suas pesquisas foi duramente questionado por instituições e profissionais de saúde mental. A Associação Americana de Psicologia, por exemplo, afirmou que “não há evidência na literatura psicológica de uma síndrome de alienação parental diagnosticável”. A Associação Espanhola de Neuropsiquiatria foi além. “Acreditamos que o sucesso do termo SAP no campo judicial se deve ao fato de possibilitar uma resposta simples (e simplista) a um grave problema que preocupa e satura os juizados de família, fornecendo argumentos pseudopsicológicos e pseudocientíficos”. As declarações estão citadas no estudo “Síndrome da alienação parental, uma iníqua falácia”, conduzido pela advogada Cláudia Galiberne Ferreira e pelo juiz Romano José Enzweiler, a partir de uma extensa pesquisa realizada por eles no Brasil e no mundo.
Além disso, apesar de uma intensa campanha dos apoiadores de Gardner, a síndrome da alienação parental não foi incluída na quinta edição do Manual de diagnóstico e estatística dos transtornos mentais (DSM-5) – que lista todos os distúrbios mentais já identificados.
As críticas ao criador da SAP, que se suicidou em 2003, miram também afirmações polêmicas, feitas em sua obra seminal, True and false accusations of child sex abuse (Verdadeiras e falsas acusações de abuso sexual infantil, numa tradução livre). “Nós estamos vivendo tempos perigosos. A histeria do abuso sexual é onipresente”, escreveu Gardner já na introdução do livro lançado em 1992 – um catatau de quase 700 páginas publicado pelo próprio autor, como todas as suas obras. Mais adiante, sob o intertítulo “Incrementando a autoestima”, o autor afirmou que os pais pedófilos “precisam ser ajudados a entender que a pedofilia tem sido considerada normal pela vasta maioria dos indivíduos na história do mundo”.
Para o autor, os que sofrem do distúrbio devem “aprender a se controlar se quiserem se proteger das punições draconianas que, na nossa sociedade, se impõem sobre aqueles que agem por seus impulsos pedófilos”. Reações que, por si sós, causariam problemas: “É porque nossa sociedade reage de forma exagerada a isso [pedofilia] que as crianças sofrem”, escreveu."
Reportagem completa em:
http://apublica.org/2017/01/lei-expoe-criancas-a-abuso/
Leia e divulgue até libertarmos nossas crianças!!
"(...)A síndrome por trás da lei
A Lei 12.318 baseia-se no conceito de síndrome de alienação parental (SAP), criado pelo psiquiatra norte-americano Richard Gardner, em meados da década de 1980. Segundo Gardner, a síndrome se instalaria em crianças, geralmente durante ou após processos de separação conflituosa, provocada por campanhas de difamação promovidas por um dos cônjuges, normalmente a mãe, que se tornaria a “alienadora”.
Entre os vários expedientes utilizados para prejudicar a imagem do ex-companheiro, estariam as falsas acusações de abuso sexual e a implantação de memórias nos filhos por meio de lavagens cerebrais. Como consequência, eles desenvolveriam ódio crescente pelo genitor “alienado” até que finalmente se juntariam à campanha de difamação. A SAP causaria distúrbios mentais de ordem variada nas crianças, que nunca se recuperariam do trauma.
Além de elaborar a teoria da síndrome, o psiquiatra norte-americano ofereceu um conjunto de ferramentas para combatê-la: a “terapia da ameaça”. O método propõe tratamentos psicoterápicos impostos pela Justiça para o alienador, suspensão do sigilo entre paciente e psicólogo e livre acesso do juiz aos dados do tratamento. Prevê punições como inversão de guarda, privação total de contato entre o genitor “alienador” e a criança e encarceramento.
O conceito da SAP logo se espalhou pelos tribunais, principalmente da Europa e das Américas. O médico norte-americano fez carreira como psiquiatra forense, tendo atuado em mais de 400 casos de divórcio litigioso. O que leva à primeira crítica à sua teoria: ele teria criado a SAP para figurar como arma de defesa nos processos em que trabalhava.
“Este médico fez sua carreira profissional defendendo indivíduos acusados de abuso sexual de crianças e criou esta teoria da síndrome da alienação parental, que nunca foi reconhecida pela comunidade acadêmica e pela ciência, para defender seus clientes”, afirmou à Pública a ministra do Tribunal Constitucional de Portugal (equivalente ao nosso Supremo) Maria Clara Sottomayor, que esteve no Brasil a convite do Judiciário catarinense para falar sobre o tema.
De fato, o rigor de suas pesquisas foi duramente questionado por instituições e profissionais de saúde mental. A Associação Americana de Psicologia, por exemplo, afirmou que “não há evidência na literatura psicológica de uma síndrome de alienação parental diagnosticável”. A Associação Espanhola de Neuropsiquiatria foi além. “Acreditamos que o sucesso do termo SAP no campo judicial se deve ao fato de possibilitar uma resposta simples (e simplista) a um grave problema que preocupa e satura os juizados de família, fornecendo argumentos pseudopsicológicos e pseudocientíficos”. As declarações estão citadas no estudo “Síndrome da alienação parental, uma iníqua falácia”, conduzido pela advogada Cláudia Galiberne Ferreira e pelo juiz Romano José Enzweiler, a partir de uma extensa pesquisa realizada por eles no Brasil e no mundo.
Além disso, apesar de uma intensa campanha dos apoiadores de Gardner, a síndrome da alienação parental não foi incluída na quinta edição do Manual de diagnóstico e estatística dos transtornos mentais (DSM-5) – que lista todos os distúrbios mentais já identificados.
As críticas ao criador da SAP, que se suicidou em 2003, miram também afirmações polêmicas, feitas em sua obra seminal, True and false accusations of child sex abuse (Verdadeiras e falsas acusações de abuso sexual infantil, numa tradução livre). “Nós estamos vivendo tempos perigosos. A histeria do abuso sexual é onipresente”, escreveu Gardner já na introdução do livro lançado em 1992 – um catatau de quase 700 páginas publicado pelo próprio autor, como todas as suas obras. Mais adiante, sob o intertítulo “Incrementando a autoestima”, o autor afirmou que os pais pedófilos “precisam ser ajudados a entender que a pedofilia tem sido considerada normal pela vasta maioria dos indivíduos na história do mundo”.
Para o autor, os que sofrem do distúrbio devem “aprender a se controlar se quiserem se proteger das punições draconianas que, na nossa sociedade, se impõem sobre aqueles que agem por seus impulsos pedófilos”. Reações que, por si sós, causariam problemas: “É porque nossa sociedade reage de forma exagerada a isso [pedofilia] que as crianças sofrem”, escreveu."
Reportagem completa em:
http://apublica.org/2017/01/lei-expoe-criancas-a-abuso/
Leia e divulgue até libertarmos nossas crianças!!
sábado, 21 de janeiro de 2017
A Falácia da Alienação Parental: Chacina em Campinas: Alienação Parental é a nova a...
A Falácia da Alienação Parental: Chacina em Campinas: Alienação Parental é a nova a...: Quando se trata de tragédias envolvendo conflitos de pais disputando a guarda dos filhos, é comum surgir a acusação de "alienação ...
"Diga NÃO ao Projeto de Lei 4488/2016 que legaliza a VIOLÊNCIA contra as CRIANÇAS e as MÃES"
"Trabalho há 43 anos com crianças e adolescentes, no começo em instituições, a ABRAPIA foi uma delas, que me ensinou sobre a proteção da criança, sobre a dinâmica do abuso sexual. Hoje, acrescentei um enorme grupo de Sobreviventes do Abuso Sexual Intrafamiliar, que atendo no meu trabalho diário. Sei da dor na alma, permanente, das sequelas irreparáveis. Esta é a perversão de inteligentes. Eles, os pedófilos, se escondem embaixo do nosso nariz, manipulam a Justiça, se vitimizam, mas se dizem sempre acima de qualquer suspeita. Impunes absolutos. São 2.000 mães hoje, segundo uma única fonte, que perderam a guarda de seus filhos pequenos, e foram afastadas por terem buscado cumprir o dever de proteger. A privação materna para crianças tão pequenas é uma violação dos direitos fundamentais da criança, direito à integridade física, psicológica, à vida e à saúde. É obrigatória a dednúncia de maus-tratos, negligência e abuso sexual, pela mãe, avó, professora, médico, por qualquer pessoa. Este crime hediondo, praticado por psicopatas, tem que ser investigado pela Polícia Federal. Com esta lei promulgada, a 4488/2016, quem denunciar e não provar, serviço que não é do denunciante, será condenado a prisão de 3 meses a 3 anos. O crime contra a criança está sendo invertido, baseado numa teoria inventada por um pedófilo, Richard Gardner, que era a favor do incesto. A "mágica da pandemia de alienação parental", a acusação que é feita à mãe por buscar proteção para seu filho/a, está promovendo uma tragédia. Mães que perdem tudo, crianças que, criadas no mar da transgressão, como escravos sexuais, serão incapazes para o exercício da cidadania. A perspectiva da criminalização da invenção de um pedófilo, trará mais traumas, mais sequelas incapacitantes para milhares de crianças, e logo se tornará a lei da mordaça.
Precisamos revogar a Lei da Alienação Parental, conceito criado por um pedófilo, que tem servido para encobrir agressores e abusadores sexuais.
Com esta lei da Alienação Parental milhares de crianças estão afastadas de suas mães, que estão injustamente proibidas de conviver e até de ver seus filhos há meses e anos. E, se este Projeto de Lei 4488/2016 for aprovado, teremos uma tragédia continuada, com mães, avós. professoras e médicos presos por cumprirem a lei da denúncia dos crimes de abuso sexual. "
(Dra. Ana Iencarelli, Psicanalista, formada há 40 anos, Pós-graduada pela Sorbonne, Diplomada pela International Psychoanalytical Association, Presidente da extinta ABRAPIA em suas duas últimas gestões. Psicanalista Clínica, especializada no atendimento de Crianças e Adolescentes. Associada ao IBDFAM, Instituto de Direito de Família, Agente de Cidadania pelo Instituto de Cultura e Cidadania A Voz do Cidadão, defendendo a instalação de Salas de "Depoimento Sem Dano", a Escuta Especial de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. Co-autora dos livros: "Cuidado e Vulnerabilidade",2009, "Vida, Morte e Dignidade Humana" 2010, e "Cuidado e Responsabilidade", 2011. Autora do livro: "Abuso Sexual, uma tatuagem na alma de meninos e meninas", 2013.)
Para assinar e divulgar:
https://www.change.org/p/senadores-e-operadores-de-justi%C3%A7a-diga-n%C3%A3o-ao-projeto-de-lei-4488-2016-que-legaliza-a-viol%C3%AAncia-contra-as-crian%C3%A7as-e-as-m%C3%A3es
Precisamos revogar a Lei da Alienação Parental, conceito criado por um pedófilo, que tem servido para encobrir agressores e abusadores sexuais.
Com esta lei da Alienação Parental milhares de crianças estão afastadas de suas mães, que estão injustamente proibidas de conviver e até de ver seus filhos há meses e anos. E, se este Projeto de Lei 4488/2016 for aprovado, teremos uma tragédia continuada, com mães, avós. professoras e médicos presos por cumprirem a lei da denúncia dos crimes de abuso sexual. "
(Dra. Ana Iencarelli, Psicanalista, formada há 40 anos, Pós-graduada pela Sorbonne, Diplomada pela International Psychoanalytical Association, Presidente da extinta ABRAPIA em suas duas últimas gestões. Psicanalista Clínica, especializada no atendimento de Crianças e Adolescentes. Associada ao IBDFAM, Instituto de Direito de Família, Agente de Cidadania pelo Instituto de Cultura e Cidadania A Voz do Cidadão, defendendo a instalação de Salas de "Depoimento Sem Dano", a Escuta Especial de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. Co-autora dos livros: "Cuidado e Vulnerabilidade",2009, "Vida, Morte e Dignidade Humana" 2010, e "Cuidado e Responsabilidade", 2011. Autora do livro: "Abuso Sexual, uma tatuagem na alma de meninos e meninas", 2013.)
Para assinar e divulgar:
https://www.change.org/p/senadores-e-operadores-de-justi%C3%A7a-diga-n%C3%A3o-ao-projeto-de-lei-4488-2016-que-legaliza-a-viol%C3%AAncia-contra-as-crian%C3%A7as-e-as-m%C3%A3es
segunda-feira, 25 de julho de 2016
"Silêncio é fortaleza"...os maiores crimes contra a humanidade cometidos através de alguns discursos de dignidade e proteção + silêncio + impunidade
"A Colônia Dignidade é uma mancha na história chilena, uma comunidade agrária de alemães fundada por um ex-militar nazista; uma seita que, durante décadas, mediante isolamento e doutrinação, criou "robôs" humanos; um local onde se abusou sexualmente de dezenas de adolescentes e crianças e em cujo hospital se administraram psicofármacos ilegais e choques.
Finalmente, foi um centro clandestino de detenção e tortura após o golpe do general Augusto Pinochet contra o presidente socialista Salvador Allende em 1973.
Tudo isso era a Sociedade Beneficente e Educacional Dignidade, criada perto de Parral, a 350 km ao sul de Santiago, por um personagem sinistro, já morto: Paul Schäfer, ou "O Professor", médico das Forças Armadas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial."
Texto completo em:
http://www.bbc.com/portuguese/internacional-36882123?ocid
Finalmente, foi um centro clandestino de detenção e tortura após o golpe do general Augusto Pinochet contra o presidente socialista Salvador Allende em 1973.
Tudo isso era a Sociedade Beneficente e Educacional Dignidade, criada perto de Parral, a 350 km ao sul de Santiago, por um personagem sinistro, já morto: Paul Schäfer, ou "O Professor", médico das Forças Armadas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial."
Texto completo em:
http://www.bbc.com/portuguese/internacional-36882123?ocid
domingo, 10 de julho de 2016
Opinião - Combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes
Estatísticas reais, conseqüências do abuso infantil, e enquanto isto abusadores e agressores abrigando-se na lei de alienação parental para perpetuar seu reinado de terror. "50 a 80% das denúncias nos tribunais são falsas"? Como, todos os pedófilos nos índices abaixo não possuem crianças em suas famílias, ou só"mexem" com outras? Acorda, Brasil, não condene gerações a essa tortura!!
"Opinião - Combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes
Ed Thomas*
A Lei Federal n° 9.970/, de 17 de maio de 2000, assinada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, institui o dia 18 de maio como o "Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes".
A escolha dessa data refere-se ao fatídico dia 18 de maio de 1973, onde uma menina de oito anos foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espírito Santo. O cadáver apareceu seis dias depois, carbonizado.
A pedofilia é um crime hediondo e afligi a humanidade há muitos anos, mas, em decorrência dos assustadores índices de agressões sexuais de adultos contra crianças e adolescentes torna-se centro de estudo das ciências jurídicas, sociais e da psicologia.
Dados apresentados pela Polícia Federal apontam que o Brasil possui o 4° lugar no consumo de pedofilia no mundo, 76% de todos os pedófilos estão no Brasil. O Centro de Estudos Sobre Tecnologia da Informação e da Comunicação " CETIC, mostrou que oito em cada 10 adolescentes brasileiros já estão nas redes sociais.
O Brasil é líder no número de portais com conteúdo pornográfico infantil. Dados da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) mostram que a cada oito minutos uma criança é vítima de abuso sexual. De um total de 60 mil casos analisados, 80% das vítimas são meninas com idade entre dois e 10 anos. Estes números revelam dois aspectos importantes destes crimes no país: a questão do gênero e da impunidade. As meninas sofrem mais abusos e os crimes, muitas vezes não são sequer denunciados.
Segundo informações do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) dentre as diversas manifestações de violência contra crianças e adolescentes, as que ocorrem com mais assiduidade são o abuso sexual praticado por integrantes da própria família e a exploração sexual para fins comerciais (prostituição, pornografia e tráfico).
A Polícia Federal alerta que não há um perfil definido para identificar um possível pedófilo, podendo ser qualquer pessoa, por isso dá algumas dicas de orientação às crianças no uso das redes sociais: vetar informação em demasia e o acesso de desconhecidos a fotografias e outros dados pessoais; evitar colocar fotos com pessoas (grupo de amigos), carros (a placa localiza o endereço), casa (mostra onde a pessoa mora) " nem informações pessoais (telefones, endereços, CPF, etc); nunca incluir ou adicionar desconhecidos nos contatos ou perfil de amizade; os pais devem atrair a confiança dos filhos através do diálogo sem qualquer tipo de repressão para que no primeiro sinal de perigo a criança possa sentir-se a vontade e procurar a sua ajuda; a vida moderna exige que os pais tenham pelo menos conhecimento básico da internet; deixe o computador num local comum e visível da casa; se vetar alguma página explique as razões e os perigos da rede. Há tempo para tudo. Não permita altas horas de exposição na internet.
Além de crime e cruel violação dos direitos humanos, estes abusos provocam danos irreparáveis para o desenvolvimento físico, psíquico, social e moral das crianças e dos adolescentes alvos desta violência. Dependência de drogas, gravidez precoce e indesejada, distúrbios comportamentais e doenças sexualmente transmissíveis são as consequências mais comuns advindas deste tipo de agressão.
Não podemos nos esquecer de que não há dúvida de que os agentes pedofílicos constituem uma grande ameaça para a criança, sua família, para a sociedade e mesmo para o Estado, por isso todo ato que visa combater o silêncio, a impunidade dos agressores e desperte as famílias para redobrarem os cuidados com as crianças e os adolescentes devem ser por nós abraçados e divulgados.
*Ed Thomas é deputado estadual pelo PSB, membro efetivo das Comissões Parlamentares de Segurança Pública e Atividades Econômicas."
Fonte: http://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=364585
"Opinião - Combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes
Ed Thomas*
A Lei Federal n° 9.970/, de 17 de maio de 2000, assinada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, institui o dia 18 de maio como o "Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes".
A escolha dessa data refere-se ao fatídico dia 18 de maio de 1973, onde uma menina de oito anos foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espírito Santo. O cadáver apareceu seis dias depois, carbonizado.
A pedofilia é um crime hediondo e afligi a humanidade há muitos anos, mas, em decorrência dos assustadores índices de agressões sexuais de adultos contra crianças e adolescentes torna-se centro de estudo das ciências jurídicas, sociais e da psicologia.
Dados apresentados pela Polícia Federal apontam que o Brasil possui o 4° lugar no consumo de pedofilia no mundo, 76% de todos os pedófilos estão no Brasil. O Centro de Estudos Sobre Tecnologia da Informação e da Comunicação " CETIC, mostrou que oito em cada 10 adolescentes brasileiros já estão nas redes sociais.
O Brasil é líder no número de portais com conteúdo pornográfico infantil. Dados da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) mostram que a cada oito minutos uma criança é vítima de abuso sexual. De um total de 60 mil casos analisados, 80% das vítimas são meninas com idade entre dois e 10 anos. Estes números revelam dois aspectos importantes destes crimes no país: a questão do gênero e da impunidade. As meninas sofrem mais abusos e os crimes, muitas vezes não são sequer denunciados.
Segundo informações do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) dentre as diversas manifestações de violência contra crianças e adolescentes, as que ocorrem com mais assiduidade são o abuso sexual praticado por integrantes da própria família e a exploração sexual para fins comerciais (prostituição, pornografia e tráfico).
A Polícia Federal alerta que não há um perfil definido para identificar um possível pedófilo, podendo ser qualquer pessoa, por isso dá algumas dicas de orientação às crianças no uso das redes sociais: vetar informação em demasia e o acesso de desconhecidos a fotografias e outros dados pessoais; evitar colocar fotos com pessoas (grupo de amigos), carros (a placa localiza o endereço), casa (mostra onde a pessoa mora) " nem informações pessoais (telefones, endereços, CPF, etc); nunca incluir ou adicionar desconhecidos nos contatos ou perfil de amizade; os pais devem atrair a confiança dos filhos através do diálogo sem qualquer tipo de repressão para que no primeiro sinal de perigo a criança possa sentir-se a vontade e procurar a sua ajuda; a vida moderna exige que os pais tenham pelo menos conhecimento básico da internet; deixe o computador num local comum e visível da casa; se vetar alguma página explique as razões e os perigos da rede. Há tempo para tudo. Não permita altas horas de exposição na internet.
Além de crime e cruel violação dos direitos humanos, estes abusos provocam danos irreparáveis para o desenvolvimento físico, psíquico, social e moral das crianças e dos adolescentes alvos desta violência. Dependência de drogas, gravidez precoce e indesejada, distúrbios comportamentais e doenças sexualmente transmissíveis são as consequências mais comuns advindas deste tipo de agressão.
Não podemos nos esquecer de que não há dúvida de que os agentes pedofílicos constituem uma grande ameaça para a criança, sua família, para a sociedade e mesmo para o Estado, por isso todo ato que visa combater o silêncio, a impunidade dos agressores e desperte as famílias para redobrarem os cuidados com as crianças e os adolescentes devem ser por nós abraçados e divulgados.
*Ed Thomas é deputado estadual pelo PSB, membro efetivo das Comissões Parlamentares de Segurança Pública e Atividades Econômicas."
Fonte: http://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=364585
sábado, 2 de julho de 2016
Book Review: The Worst Interest of the Child: The Trafficking of Children and Parents Through U.S. Family Courts -- Society's Child -- Sott.net
O pior interesse da criança...
(em breve, tradução aqui)
Book Review: The Worst Interest of the Child: The Trafficking of Children and Parents Through U.S. Family Courts -- Society's Child -- Sott.net: https://www.sott.net/article/309990-Book-Review-The-Worst-Interest-of-the-Child-The-Trafficking-of-Children-and-Parents-Through-US-Family-Courts
(em breve, tradução aqui)
Book Review: The Worst Interest of the Child: The Trafficking of Children and Parents Through U.S. Family Courts -- Society's Child -- Sott.net: https://www.sott.net/article/309990-Book-Review-The-Worst-Interest-of-the-Child-The-Trafficking-of-Children-and-Parents-Through-US-Family-Courts
terça-feira, 21 de junho de 2016
“A “ESCALADA” DOS PAIS DE NANTES ESCONDE UM PROJETO DE LEI”
Do blog: https://milfwtf.wordpress.com/2016/06/20/frances-se-infiltra-no-masculinismo-para-denunciar-suas-taticas/
"Vejam a reportagem no Le Monde (livre tradução)
“A “ESCALADA” DOS PAIS DE NANTES ESCONDE UM PROJETO DE LEI”
Por Patric Jean, diretor e produtor do documentário “A dominação masculina”
Livre tradução: Ana Silva
Dois homens, separados de seus filhos pela justiça, ganharam as manchetes dos jornais locais essa semana, por escalarem guindastes em Nantes [França] e, um deles, por ter permanecido lá por todo fim de semana. Essa ação foi um golpe de mestre e ocorreu poucos dias depois de uma manifestação nacional planejada por uma associação de pais para “denunciar os excessos do poder judicial” na Justiça de família.
Por ocasião de um documentário (“A Dominação masculina”), há muito tempo eu já vinha investigando associações de homens em Quebec [Canadá], onde o movimento masculinista é muito organizado e serve como inspiração para os ativistas europeus.
Para uma melhor abordagem , eu me fiz passar por um deles por alguns meses. O que acontece em Nantes está diretamente ligado a estes movimentos, assim como a um projeto de lei recente, sobre o qual pouco tem se falado.
O que se sabe sobre esses homens que escalaram o guindaste? O primeiro deles disse que não vê seu filho há dois anos e, portanto, o ato era uma manifestação de seu “desespero”. No entanto, soubemos que ele foi condenado a um ano e quatro meses de prisão, em setembro de 2012, por sequestrar seu filho. A violência havia sido exercida nesta ocasião e a criança foi encontrada em Ardèche [outro distrito da França], dois meses e meio mais tarde. Este homem foi, então, destituído de sua autoridade parental, que era esperado.
O segundo pai, então, subiu noutro guindaste, e desceu algumas horas mais tarde, declarou à imprensa que “infelizmente, a justiça não é imparcial, que basta observar todos os números de crianças que moram e estão sob a guarda das mães, 80% das guardas de crianças são dadas para as mães ” . Atualmente, este homem é acusado pela sua ex-namorada de violência doméstica e abuso de crianças.
image
Segunda pela manhã, foi possível ver o primeiro escalador com a sua grande bandeira em destaque, com três telefones celulares disponíveis para atender os repórteres e fazendo o o “V” de “vitória” para as câmeras de televisão.
Esta situação estranhamente remete às ações organizadas por grupos de homens ingleses e de Quebec – “Pais por Justiça”- apenas há alguns anos antes. Mas a verdade é que, se a semelhança é tão impressionante, essas situações têm muita coisa em comum.
PELA RESTAURAÇÃO DOS VALORES PATRIARCAIS
Enquanto estive infiltrado nestes movimentos em Montreal [Canadá], eu pude ouvir com todos os detalhes as estratégias que esses militantes pelas causas do sexo masculino desejam estabelecer como metas internacionais. Desta forma, o caso do guindaste em Nantes não é apenas um momento de loucura de um único pai, mas uma extensa estratégia política que está apenas começando.
Mas, primeiramente, que é o masculinismo? Ele é, também, um movimento igualmente denominado como “anti-feminista”, que propõe a restauração dos valores patriarcais: a diferenciação radical dos sexos e do lugar do homem e da mulher em todos os níveis da sociedade; a supremacia dos homens sobre as mulheres na família , assim como nas lideranças em espaços urbanos; a defesa da manutenção do casal heterossexual como o único modelo de união possível; a educação viril dos meninos e, portanto, a recusa de qualquer igualdade entre mulheres e homens. Eles negam a importância de fenômenos como a violência doméstica, o incesto e o estupro, o que, segundo eles, seriam invenções feministas daquelas que alguns deles chamam de “Feminazis” .
Eles consideram o avanço das lutas das mulheres e homossexuais por igualdade como a destruição de um modelo social ao qual precisamos retornar. O divórcio, muito mais frequentemente solicitado por mulheres, eles esperam que sejam endurecidas as condições para a sua obtenção. Sua luta é, portanto, em defesa do poder masculino ancestral em todos os níveis da sociedade.
Foi em nome dessas idéias retrógradas que um jovem matou catorze estudantes de uma escola Politécnica de Montreal, em 06 de dezembro de 1989, afirmando que essas pessoas estavam roubando os lugares dos homens na escola. O assassino, então, se tornou o herói dos masculinistas mais “desacanhados” .
AS ESTRATÉGIAS PARA A REALIZAÇÃO DE SUAS IDEIAS
Os masculinistas, de maneira confidencial, compartilharam comigo as várias estratégias postas em prática, especialmente em Quebec, para promover suas ideias. Mas, ao analisar seus próprios fracassos, eles também me falaram sobre os conselhos oferecidos pelos adeptos do masculinismo na França, Bélgica, Suiça, Espanha… Suas estratégias consistem em basear suas declarações sobre a situação dos pais com base em dois argumentos.
O primeiro desses argumentos consiste em denunciar , de maneira obsessiva, a ideia de que há um conluio entre juízes, meios de comunicação e instituições políticas para expulsar os pais da vida de seus filhos.
O argumento apresentado por um dos homens de Nantes é exatamente expresso por uma sentença que ecoou entre os homens de Quebec durante anos: “80% das crianças são confiadas pela Justiça principalmente para mães”. Eles se esquecem de dizer, no entanto, que, em 80% casos, os próprios pais [homens] desejam que seja assim. Um fim de semana a cada 15 dias e a metade das férias são o suficiente para eles, e isso nunca foi um problema pra eles – é até bastante normal em uma sociedade onde as mulheres ainda ocupam 80% das tarefas familiares e domésticas. As ações de divulgação empreendidas pelos masculinistas, portanto, são projetadas para atrair a atenção da mídia acerca de estatísticas tendenciosas e que a mídia raramente se dá ao trabalho de verificar.
O segundo argumento é uma invenção de um masculinista defensor da pedofilia, Richard Gardner: a “Síndrome de Alienação Parental” ou “SAP” . Além do aspecto repugnante de seu inventor, só o que se pode dizer sobre a síndrome, é que, de síndrome, ela não tem nada, uma vez que nenhuma faculdade de medicina ou psicologia no mundo , nenhuma instituição, nunca reconheceu este conceito como válido.
Esta é a ideia de que, em um divórcio, a mulher (ou homem, mas masculinistas irão, obviamente, se voltar contra as mulheres) tenderiam a desqualificar a imagem do pai de seus filhos com o objetivo de afastá-lo deles. Os pais seriam, portanto, essas centenas de milhares de pessoas privadas pelas mulheres da convivência com seus filhos graças à incapacidade da justiça em reconhecer essa pseudo-síndrome.
Essa pretensa “síndrome”, serve como um escudo de proteção para homens acusados de violência doméstica ou de abuso sexual contra crianças. A acusação feita pelas vítimas se converte em uma “falsa alegação”, uma evidência de que elas [as mães] querem desenvolver [nas crianças] uma síndrome que culminará na rejeição pelos pais, e pela qual eles acabarão por ser [injustamente] condenados – inversão de fatos que vemos acontecer cada vez mais frequentemente. Isso é como um livre passaporte para estupradores e homens violentos, uma arma de destruição em massa entregue nas mãos de alguns advogados.
Que existem separações difíceis e infelizes, isso não pode ser contestado. A separação de casais com filhos muitas vezes provoca graves feridas. Mas imaginar que haveria uma situação sistêmica de exclusão de pais da vida das crianças promovida por mães a ponto de se caracterizar uma síndrome, isso é uma invenção. Mas alguns homens, acostumados à ideia de que a violência doméstica é considerada um assunto privado e o incesto como um assunto que não deve ser problematizado, não admitem o fato de que uma mulher possa denunciar ou prestar queixa sobre esses abusos. Qualquer avanço nesse sentido é tido por eles como uma traição.
Eu mesmo já ouvi suficientemente esses homens falarem sobre pedofilia para poder testemunhar o fato de que ela é tida por muitos deles como um desejo masculino que não deve ser contido. Um pai incestuoso e posteriormente condenado e encarcerado por alguns anos na prisão é apoiado e considerado por eles um herói de sua luta política.
A VONTADE DE MUDAR AS LEIS
As instruções dadas pelos grupos masculinistas a seus amigos europeus foram seguidas à risca durante a semana da escalada do guindaste, em Nantes. A escalada dos guindastes é uma reprodução do caso das pontes, em Montreal: o mesmo “V” para a “vitória”, a mesma quantidade de telefones celulares para falar com a imprensa, o mesmo evento organizado no decorrer da semana para atrair a atenção da mídia e, finalmente, a mesma vontade de alterar as leis.
Esses casos são realmente sobre o desejo dos masculinistas de mudar as leis. Um projeto de lei foi apresentado em 24 de outubro de 2012 para tornar obrigatória a residência alternada [guarda compartilhada], o que tornará mais difícil atender as necessidades das mulheres separadas com filhos. Este projeto de lei propõe seis alterações ao código civil e ao código penal e traz pra dentro das leis a [falsa] síndrome de alienação parental.
E eles não estão em sua primeira tentativa, uma vez que vários projetos de lei já foram apresentados na França, resultantes de um esforço em massa de associações de lobby masculinistas desse país.
– 18 de março de 2009, o projeto de lei 1531 para determinar a guarda compartilhada como a solução preferencial em caso de separação.
– Em 3 de junho de 2009, o projecto de lei 1710 para lutar contra todos os tipo de manipulações de responsáveis contra seus filhos, incluindo a Síndrome de Alienação Parental (SAP), e todo tipo de descrédito de um progenitor contra o outro.
– 18 de outubro de 2011, com a proposta de lei 3834. (aperfeiçoamento dos dois projetos de lei anteriores).
– E, assim, em 24 de Outubro de 2012, o projeto de lei 309 para fazer da guarda compartilhada obrigatória e forçá-la sob o argumento da SAP.
É importante lembrar que, em nosso país [França], os filhos só foram confiados às mães após a separação há menos de um século. Na verdade, até o início do XX, o pai tinha todos os direitos sobre seus filhos e, muitas vezes, os entregava a algum de seus parentes. Na França, até a lei de 1970, os filhos só diaziam respeito aos pais [homens]. Foi esta lei que instituiu o conceito de autoridade parental conjunta e compartilhada. A ideia de “pais” – como indivíduos iguais em direitos perante a separação – só susrgiria muito após a conquista do direito ao divórcio.
Mas, se 80% dos casais separados puderem decidir amigavelmente sobre a guarda de seus filhos, o que, na maioria das vezes, é o que desejam as mães, finalmente se revelará que uma em cada cinco mulheres sofre violência doméstica e uma em cada cinco crianças é vítima de abuso sexual, principalmente por parentes (Conselho da Europa ). Então, os masculinistas, negando toda essa violência e apelando para o retorno a uma situação em que o homem era o patriarca da família, desenvolveram uma teoria em que muitos deputados e senadores depositam fé ao defender suas propostas legislativas.
Alguns fracassos anteriores não impedirão a apresentação de novas propostas durante as próximas discussões sobre a família na Assembleia Nacional. Pode-se apostar, com segurança, que os escaladores Nantes e seus amigos vão, mais uma vez, apresentar suas propostas nos próximos meses.
Patric Jean, cinasta e produtor do documentario “A Dominação Masculina”
Fonte: http://www.lemonde.fr/idees/article/2013/02/18/l-escalade-des-peres-a-nantes-cache-une-proposition-de-loi_1834399_3232.html
Este post faz parte do #ProjetoHisteria, uma iniciativa de combate à institucionalização da cultura do estupro. Para mais conteúdos como este, procure por #ProjetoHisteria no Google."
sábado, 18 de junho de 2016
Não, você não pode ser um agressor e TAMBÉM um bom pai.
"A exposição das crianças à violência provoca-lhes danos físicos, psíquicos e comportamentais. É um mito pensar que um agressor pode ser um bom pai. Veja os dados da investigação científica. Demonstram que é um erro judiciário entregar a guarda de crianças a um progenitor indiciado ou condenado por violência doméstica. A própria lei penal prevê o agravamento da pena se os factos forem praticados diante dos filhos menores e a inibição das responsabilidades parentais. O novo regime tutelar cível presume ser contrário ao interesse da criança o exercício conjunto das responsabilidades parentais quando está pendente processo crime contra um dos pais e permite a suspensão das visitas. As decisões judiciais que entregam a guarda de crianças a agressores violam a lei."
(Dra. Maria Clara Sottomayor- juíza STJ Portugal)
Brasil real:
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/06/17/minha-mae-morreu-na-mao-de-um-companheiro-diz-vitima-de-violencia-domestica.htm
"A myth persists that men who abuse, assault, blackmail, stalk or terrorise their ex-partners can still be "good dads".
It's a cultural shibboleth that remains largely unexamined (and given copious oxygen by men's rights groups), yet often informs custody agreements.
"This notion you can be a great father and an abusive partner - it's not possible," says Professor Cathy Humphries, one of a handful of family violence experts who have supported Ms Batty through the harrowing coronial process."
http://m.theage.com.au/victoria/rights-of-children-must-trump-violent-parents-rosie-batty-20150928-gjwo1p.html
(Dra. Maria Clara Sottomayor- juíza STJ Portugal)
Brasil real:
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/06/17/minha-mae-morreu-na-mao-de-um-companheiro-diz-vitima-de-violencia-domestica.htm
"A myth persists that men who abuse, assault, blackmail, stalk or terrorise their ex-partners can still be "good dads".
It's a cultural shibboleth that remains largely unexamined (and given copious oxygen by men's rights groups), yet often informs custody agreements.
"This notion you can be a great father and an abusive partner - it's not possible," says Professor Cathy Humphries, one of a handful of family violence experts who have supported Ms Batty through the harrowing coronial process."
http://m.theage.com.au/victoria/rights-of-children-must-trump-violent-parents-rosie-batty-20150928-gjwo1p.html
terça-feira, 14 de junho de 2016
A Estranha Advocacia para "Síndrome de Alienação Parental" - A ferramenta perfeita para prejudicar as crianças
A
Estranha Advocacia para "Síndrome de Alienação Parental" - A
ferramenta perfeita para prejudicar as crianças
(Postado
em 17 de dezembro de 2015)
A
juíza Lisa Gorcyca, da Vara de Família de Michigan (EUA), trabalhando em
conjunto com os amigos e advogados, proibiu três filhos de ver a mãe há meses,
mas sem qualquer evidência contra a mãe. A história tem repetidamente notícias
nacionais (http://www.usnews.com/news/articles/2015-12-15/judge-who-jailed-kids-for-refusing-lunch-with-dad-may-face-removal), uma vez que a juíza
também prendeu essas crianças por desrespeito ao tribunal.
A ética pobre da juíza, a forma, e a compreensão da lei
estão sendo revistas, felizmente, por parte das autoridades de Michigan que
apresentaram uma queixa contra ela. Mas seu método não irá chamar a atenção
nesse processo. Seu método é citar "síndrome de alienação parental" (http://america.aljazeera.com/articles/2014/1/24/does-a-controversialdiagnosishelpfathersdodgeabusecharges.html)
como a razão pela
qual ela não precisa de qualquer prova contra a mãe, a fim de considerar o seu
comportamento abusivo. É isso mesmo, a juíza não tem provas de abuso da
autoridade materna. É por isso que ela prendeu as crianças, eu suponho.
(Pensando bem, sua ação foi claramente contra as crianças, também. Ela xingou-as,
por exemplo, e parecia muito feliz em mandá-las para a cadeia e fazer todos os
tipos de ameaças contra elas.)
As crianças regularmente viam seu pai quando ele ia visitar,
mas não gostavam dele. Dizem que ele bate nelas, e as chuta. Sua escola chamou
o CPS para denunciar os abusos, enquanto viviam com ele neste outono. Ele, é
claro, queria-os na detenção juvenil por não terem estado o suficiente com ele,
e agora ele prefere que eles vivam em um orfanato em vez de deixá-los ir para
casa com sua mãe. Assim, ninguém poderia dizer que as crianças são irracionais
por não gostar desse pai.
Mas isso não é problema, para os fãs da "síndrome de
alienação parental." Eles dizem que havendo ou não razões para não gostar
de um pai distante, isso é evidência de lavagem cerebral (minha fonte é a mais
recente publicação pelo pesquisador mais respeitável de SAP: Warshak 2015 (http://psycnet.apa.org/psycinfo/2015-27699-001/)).
Temos agora sobreviventes da Vara de Família que foram
presos quando menores porque não quiseram viver com seus pais, e eles são muito
bons em explicar sobre o que a "SAP" realmente é. (https://www.washingtonpost.com/posteverything/wp/2015/08/03/we-were-sent-to-juvenile-detention-for-refusing-to-live-with-our-father/)
Eles não sofreram uma
lavagem cerebral. As origens dessa visão são tão inconvenientes como você pode
imaginar. Eu vou me dedicar a elas daqui a pouco. Mas o que parece importar
legalmente é que seus defensores não têm nenhuma evidência, zero, para qualquer
eficácia da abordagem "anti-lavagem cerebral" que eles recomendam (e
tribunais como os de Gorcyca).
Eles escrevem que as crianças que "racional e
irracionalmente" não gostam de um pai distante precisam ser removidas dos
cuidados dos parentes que amam. Ou seja, mesmo que as crianças estejam, em
todas as formas observáveis, plenamente equilibradas. Eles zombam da idéia de
que isto poderia ser traumatizante, e vão tão longe para provar a pesquisa
sobre "ligação" com os pais para não olhar para dentro das situações
de "síndrome de alienação parental." Podemos ter certeza de
pesquisadores assim não estudam as sessões de "anti -lavagem
cerebral" dirigidas por advogados da "síndrome de alienação
parental"! Quem esperaria isto? Neste caso, a juíza Gorcyca graduou-se no
ensino médio com um registro criminal por fazer isso," anti-lavagem
cerebral ", ao longo de quatro dias em um quarto de hotel por dezenas de
milhares dólares. Este não é o tipo de coisa que deixe rastros numa pesquisa. É
também assistência médica escandalosamente antiética.
Defensores da "Síndrome de Alienação Parental"
admitem que eles não têm estudos que testam a eficácia dos seus tratamentos
recomendados. Lendo-os, é como ler uma descrição meramente verbal do que eles
acham que é melhor: eles especulam e, em seguida, oferecem recomendações de
boas práticas recomendáveis. Você não pode estabelecer evidências para
desmascarar seus pontos de vista, já que os seus pontos de vista recusam uma
investigação baseada em não-SAP. Por exemplo, eles descartam a terapia
convencional. Isto pode exacerbar alienação parental! (Quão conveniente!). Você
poderia pensar que eles estão acusando o parente amado de ter um transtorno de
personalidade. Mas, como se encaixa com a abordagem geral, eles evitam qualquer
coisa que possa ser refutada. Os pais que são alvo podem ser comprovadamente
provados sem transtornos de personalidade, afinal de contas. Isso deve parecer
muito arriscado. Então, pesquisadores da visão SAP apenas dizem que o parente
amado é "patológico", e só.
Eles repudiam o senso comum. Que mal há em retirar crianças
de sua casa para isolá-las de todos os amigos e familiares na detenção juvenil?
Nenhum dano, dizem os defensores da SAP. E sobre a proibição de uma criança
estar com sua mãe? Nenhum dano! Parece que a idéia de que uma criança sofre é
apenas um mito. Warshak
argumenta que nenhum de nós provou que esses tipos de coisas causam trauma. E, é claro, rejeitam os próprios
sentimentos da criança como errados.
"Síndrome de Alienação
Parental" foi inventada por um terapeuta que também achou que a pedofilia
deve ser normalizada, culpando a criança, e que o abuso sexual não é um dano
(mais aqui http://www.leadershipcouncil.org/1/pas/RAG.html). Será que essa
abordagem considera as reivindicações de crianças que alegam abuso como sendo
verdade? Claro que não. Será que essa abordagem dá qualquer crédito aos danos
causados às crianças que o senso comum reconhece? Claro que não.Esta é uma
ferramenta perniciosa para um juiz sem ética. A Juíza Gorcyca prendeu e removeu
as crianças de sua casa, e ao fazê-lo, ela está perpetuando nada além de uma
experiência com crianças sendo prejudicadas através de maneiras convencionais.
Ela está fazendo isso com base em nenhuma evidência.
Isto deve ser
inaceitável para todos nós.
A boa notícia pode ser que, aparentemente, o Departamento de
Justiça dos Estados Unidos reconhece o problema aqui. Tirar uma criança de sua
casa e de qualquer parente apto cria um "desfecho prejudicial" (para
detalhes, ver o relatório US Dept. Justiça aqui https://www.ncjrs.gov/pdffiles1/nij/grants/238891.pdf). Isso significa que o
dano de negar à criança um relacionamento com o parente que de fato ama é maior
do que quaisquer possíveis “benefícios” prometidos pela terapia "SAP"
anti-lavagem cerebral .E não é tão óbvio? Ou
temos que esperar por mais crianças a se tornarem adultos e dizer-nos?
sábado, 28 de maio de 2016
Carta em que Dylan Farrow acusa Woody Allen de agressão sexual
Em uma carta aberta, publicada em um blog do jornal New York Times, no sábado, Dylan Farrow, filha adotiva de Woody Allen, falou pela primeira vezsobre o crime pelo qual o diretor nunca foi condenado. Hoje com 28 anos, Dylan o acusa de ter abusado sexualmente dela quando era uma criança.
Leia a carta na íntegra:
"Qual o seu filme favorito de Woody Allen? Antes de responder, é bom que você saiba: quando eu tinha sete anos, Woody Allen me levava pela mão para o sótão da minha casa. Ele me mandava deitar de bruços e brincar com o trenzinho elétrico do meu irmão. E me atacava sexualmente. Ele falava comigo enquanto o fazia, susurrando que eu era uma menina boa e que aquele era o nosso segredo, me prometendo que iríamos a Paris para que eu estrelasse um dos seus filmes. Lembro-me de olhar para o trenzinho, prestando atenção em como ele se movia em círculos pelo sótão. Até hoje eu tenho dificuldades para olhar para trens de brinquedo.
Até onde posso me lembrar, meu pai fazia coisas das quais eu não gostava. Não gostava como de como ele frequentmente me afastava de minha mãe, parentes e amigos para ficar sozinha com ele. Não gostava quando ele colocava o dedão da mão na minha boca. Não gostava quando eu tinha que entrar debaixo dos lençóis enquanto ele estava apenas de cuecas. Não gostava quando ele colocava sua cabeça no meu colo nu, inspirando e expirando. Eu me escondia embaixo das camas e me trancava no banheiro para evitar os encontros mas ele sempre me achava. Estas coisas aconteciam frequentemente, rotineiramente e tão habilmente escondidas de uma mãe que teria me protegido se soubesse o que eu achava ser normal. Eu achava que essa era a maneira que pais mostravam carinho às suas filhas. Mas o que acontecia comigo no sótão parecia diferente. Eu não conseguia mais guardar o segredo.
Quando perguntei à minha mãe se o pai dela fazia com ela o que Woody Allen fazia comigo, eu honestamente não sabia a resposta. Também não sabia da tempestade que a perguntaria provocaria. Não imaginava que meu pai usaria sua relação sexual com min ha irmã para cobrir o abuso que ele praticou contra mim. Não sabia que ele acusaria minha mãe de plantar o abuso na minha mente e a chamar de mentirosa por me defender. Não sabia que eu teria que recontar a história muita vezes, médico após médico, na tentativa de que eu admitisse que mentia em prol de uma briga judicial a qual eu não entendia. Em certo momento, minha mãe sentou-se comigo e me disse que eu não teria problema se eu estivesse mentindo - que eu poderia retirar tudo o que eu havia dito. Eu não podia. Era tudo verdade. Acusações de assédio sexual contra os poderosos enfraquecem-se muito facilmente. Especialistas estavam dipostos a atacar minha credibilidade. Médicos queriam disfarçar a criança a abusada.
Depois que os juízes negaram ao meu pai o direito de visitar os filhos, minha mãe desistiu de continuar o processo criminal, apesar das conclusões do Estado de Connecticut - por conta do que foi definido pelo promotor como fragilidade da "vítima infantil". Woody Allen nunca foi condenado por nenhum crime. O fato de ele ter escapado das acusações me assombrou enquanto amadurecia. Fui vítima de sentimentos de culpa de que eu havia permitido a proximidade dele com outras crianças. Eu fiquei aterrorizada de ser tocada por outros homens. Desenvolvi um transtorno alimentar. Comecei a me cortar. E o tormento foi agravado por Hollywood. Muitos (dos meus heróis) fizeram vista grossa. Muitos acharam mais fácil aceitar a ambiguidade dos fatos argumentando que "ninguém pode dizer o que aconteceu" e fingir que nada esteve errado. Atores o idolatram em festas de premiações. Críticos o colocam em revistas. Cada vez que vejo o rosto do meu algoz - num poster, numa camiseta, na TV - eu só conseguia esconder meu pânico até encontrar um lugar para ficar sozinha e desmoronar.
Na semana passada, Woody Allen foi indicado para o mais recente Oscar. Desta vez, me recuso a desmoronar. Por muito tempo, a aceitação de Woody Allen me silenciou. Era uma reprovação pessoal, como se os prêmios fossem uma maneira de me mandar calar a boca e ir embora. Mas os sobreviventes de abuso sexual que chegaram até mim - para me apoiar e dividir os medos de seguir em frente, de serem chamados de mentirosos, da sensação de ouvir de outros que as lembranças não são lembranças - me deram motivação para não ficar calada, para que outros saibam que não devem ficar calados também.
Hoje me considero uma pessoa de sorte. Sou casada, feliz, tenho o apoio dos meus irmãos e irmãs. Tenho uma mãe que encontrou dentro de si mesma uma fonte de força que nos salvou do caos que um predador trouxe ao nosso lar.
Mas outros ainda estão assustados, vulneráveis e ainda lutando com coragem de contar a verdade. A mensagem que Hollywood manda é importante para eles.
E se fosse com a sua filha, Cate Blanchett? Louis CK? Alec Baldwin? E se fosse com você, Emma Stone? Ou você, Scarlett Johansson? Você me conheceu quando criança, Diane Keaton. Você esqueceu de mim?
Woody Allen é um testemunho vivo da maneira como a nossa sociedade fracassa em defender sobreviventes de assédio e abuso sexuais.
Então, imagine sua filha de sete anos sendo levada até um sótão por Woody Allen. Imagine se ela passa uma vida inteira sendo atingida por náusea diante da menção dele. Imagine um mundo que celebra o seu torturador?
Imaginou? Agora, diga: qual o seu filme favorito de Woody Allen?"
Fonte: http://m.zerohora.com.br/287/entretenimento/4407422/leia-a-integra-da-carta-em-que-dylan-farrow-acusa-woody-allen-de-agressao-sexual
Leia a carta na íntegra:
"Qual o seu filme favorito de Woody Allen? Antes de responder, é bom que você saiba: quando eu tinha sete anos, Woody Allen me levava pela mão para o sótão da minha casa. Ele me mandava deitar de bruços e brincar com o trenzinho elétrico do meu irmão. E me atacava sexualmente. Ele falava comigo enquanto o fazia, susurrando que eu era uma menina boa e que aquele era o nosso segredo, me prometendo que iríamos a Paris para que eu estrelasse um dos seus filmes. Lembro-me de olhar para o trenzinho, prestando atenção em como ele se movia em círculos pelo sótão. Até hoje eu tenho dificuldades para olhar para trens de brinquedo.
Até onde posso me lembrar, meu pai fazia coisas das quais eu não gostava. Não gostava como de como ele frequentmente me afastava de minha mãe, parentes e amigos para ficar sozinha com ele. Não gostava quando ele colocava o dedão da mão na minha boca. Não gostava quando eu tinha que entrar debaixo dos lençóis enquanto ele estava apenas de cuecas. Não gostava quando ele colocava sua cabeça no meu colo nu, inspirando e expirando. Eu me escondia embaixo das camas e me trancava no banheiro para evitar os encontros mas ele sempre me achava. Estas coisas aconteciam frequentemente, rotineiramente e tão habilmente escondidas de uma mãe que teria me protegido se soubesse o que eu achava ser normal. Eu achava que essa era a maneira que pais mostravam carinho às suas filhas. Mas o que acontecia comigo no sótão parecia diferente. Eu não conseguia mais guardar o segredo.
Quando perguntei à minha mãe se o pai dela fazia com ela o que Woody Allen fazia comigo, eu honestamente não sabia a resposta. Também não sabia da tempestade que a perguntaria provocaria. Não imaginava que meu pai usaria sua relação sexual com min ha irmã para cobrir o abuso que ele praticou contra mim. Não sabia que ele acusaria minha mãe de plantar o abuso na minha mente e a chamar de mentirosa por me defender. Não sabia que eu teria que recontar a história muita vezes, médico após médico, na tentativa de que eu admitisse que mentia em prol de uma briga judicial a qual eu não entendia. Em certo momento, minha mãe sentou-se comigo e me disse que eu não teria problema se eu estivesse mentindo - que eu poderia retirar tudo o que eu havia dito. Eu não podia. Era tudo verdade. Acusações de assédio sexual contra os poderosos enfraquecem-se muito facilmente. Especialistas estavam dipostos a atacar minha credibilidade. Médicos queriam disfarçar a criança a abusada.
Depois que os juízes negaram ao meu pai o direito de visitar os filhos, minha mãe desistiu de continuar o processo criminal, apesar das conclusões do Estado de Connecticut - por conta do que foi definido pelo promotor como fragilidade da "vítima infantil". Woody Allen nunca foi condenado por nenhum crime. O fato de ele ter escapado das acusações me assombrou enquanto amadurecia. Fui vítima de sentimentos de culpa de que eu havia permitido a proximidade dele com outras crianças. Eu fiquei aterrorizada de ser tocada por outros homens. Desenvolvi um transtorno alimentar. Comecei a me cortar. E o tormento foi agravado por Hollywood. Muitos (dos meus heróis) fizeram vista grossa. Muitos acharam mais fácil aceitar a ambiguidade dos fatos argumentando que "ninguém pode dizer o que aconteceu" e fingir que nada esteve errado. Atores o idolatram em festas de premiações. Críticos o colocam em revistas. Cada vez que vejo o rosto do meu algoz - num poster, numa camiseta, na TV - eu só conseguia esconder meu pânico até encontrar um lugar para ficar sozinha e desmoronar.
Na semana passada, Woody Allen foi indicado para o mais recente Oscar. Desta vez, me recuso a desmoronar. Por muito tempo, a aceitação de Woody Allen me silenciou. Era uma reprovação pessoal, como se os prêmios fossem uma maneira de me mandar calar a boca e ir embora. Mas os sobreviventes de abuso sexual que chegaram até mim - para me apoiar e dividir os medos de seguir em frente, de serem chamados de mentirosos, da sensação de ouvir de outros que as lembranças não são lembranças - me deram motivação para não ficar calada, para que outros saibam que não devem ficar calados também.
Hoje me considero uma pessoa de sorte. Sou casada, feliz, tenho o apoio dos meus irmãos e irmãs. Tenho uma mãe que encontrou dentro de si mesma uma fonte de força que nos salvou do caos que um predador trouxe ao nosso lar.
Mas outros ainda estão assustados, vulneráveis e ainda lutando com coragem de contar a verdade. A mensagem que Hollywood manda é importante para eles.
E se fosse com a sua filha, Cate Blanchett? Louis CK? Alec Baldwin? E se fosse com você, Emma Stone? Ou você, Scarlett Johansson? Você me conheceu quando criança, Diane Keaton. Você esqueceu de mim?
Woody Allen é um testemunho vivo da maneira como a nossa sociedade fracassa em defender sobreviventes de assédio e abuso sexuais.
Então, imagine sua filha de sete anos sendo levada até um sótão por Woody Allen. Imagine se ela passa uma vida inteira sendo atingida por náusea diante da menção dele. Imagine um mundo que celebra o seu torturador?
Imaginou? Agora, diga: qual o seu filme favorito de Woody Allen?"
Fonte: http://m.zerohora.com.br/287/entretenimento/4407422/leia-a-integra-da-carta-em-que-dylan-farrow-acusa-woody-allen-de-agressao-sexual
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Pedófilos e a teoria de alienação parental:a ferramenta perfeita para revitimizar
Compreendam: abusadores, agressores, omissos, inaptos de modo geral não admitem que o são. O "benefício da dúvida" a essas pessoas pode custar a vida ou o equilíbrio psíquico de crianças.
A vítima conseguiu filmar, ele foi preso e ainda tentou negar...imagine nas redes sociais, onde "TODOS" sofreram falsas denúncias, hein?
https://m.youtube.com/watch?v=evcp5xqyZ6c
E esse caso ocorre em Portugal:
http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/alienacao_parental_no_caso_de_pai_com_guarda_da_filha.html
A vítima conseguiu filmar, ele foi preso e ainda tentou negar...imagine nas redes sociais, onde "TODOS" sofreram falsas denúncias, hein?
https://m.youtube.com/watch?v=evcp5xqyZ6c
E esse caso ocorre em Portugal:
http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/alienacao_parental_no_caso_de_pai_com_guarda_da_filha.html
terça-feira, 24 de maio de 2016
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Ana Maria Iencarelli: Ontem foi o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à E...
Ana Maria Iencarelli: Ontem foi o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à E...: Ontem foi o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Ontem 18 de maio de 2016 pensei em...
quarta-feira, 18 de maio de 2016
DIA 18 DE MAIO – DIA DE COMBATE AO ABUSO SEXUAL NA INFÂNCIA
Hoje é dia de criar consciência e de sermos solidários com as vítimas e sobreviventes de abuso sexual na infância.
Gostaria de convidar aos interessados a assistir ao vídeo que aborda sobre pontos importantes a serem observados sobre a lida com este tipo de crime.
Dificilmente as crianças conseguem parar os abusos sozinhas.
Por isso, precisamos ter consciência de que está em nossas maos ajudar a criar o mundo em que gostariamos de viver.
A colaboração de sobreviventes adultas nas denúncias de seus abusadores do passado pode salvar muitas vítimas no presente.
Este vídeo é uma homenagem a todas as sobreviventes que ajudaram ou ajudam a libertar outras vítimas.
Obrigada, em nome das vítimas e sobreviventes de abuso sexual na infância.
“R-Evolução Anti Pedofilicos”
domingo, 15 de maio de 2016
JULGAMENTO EM 18/05/2016 (O CRIME CONCRETIZOU-SE EM 2010!! MESMO ANO DA APROVAÇÃO DA LEI DE ALIENAÇÃO PARENTAL, QUE CONTINUA DEIXANDO CRIANÇAS EM SITUAÇÕES DE RISCO!)
MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O CASO JOANNA MARCENAL:
http://casojoannamarcenal.blogspot.com.br/
ASSINEM:
http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=P2010N4961
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Algumas das inúmeras crianças prejudicadas na utilização de conceitos envolvendo "alienação parental"- a história de Nathan Grieco
(Parental Alienation Syndrome: by Stephanie Dallam, RN, PhD The Leadership Council on Child Abuse & Interpersonal Violence sjd.scout@embarqmail.com
www.leadershipcouncil.org 1 Not in the best interest of the child)
http://svnworldwide.org/attachments/pas1.pdf
NATHAN GRIECO – TERAPIA DA AMEAÇA
1993: Os meninos Grieco haviam resistido a visitar seu pai,
que disseram ter sido abusivo com eles e a sua mãe. As crianças haviam sido expulsas de sua casa
após o pai sair, e mais tarde testemunharam o ataque do pai à sua mãe. Mr.
Grieco foi preso sob a acusação de agressão e presos por duas semanas, mas
absolvido em julgamento, porque nenhuma testemunha tinha visto quem começou a
briga. As crianças alegaram que foram
atacadas pelo pai, e interrogadas durante as visitas sobre o comportamento da
sua mãe.
Grieco insistiu que sua ex-esposa fez uma lavagem cerebral nos filhos para
odiá-lo.
1996 Louis Grieco pediu a plena custódia de seus três
filhos. Acusando a mãe de induzir SAP. O perito (Dr. Richard Gardner)
recomendou "TERAPIA DA AMEAÇA ":" Estas crianças precisam de coerção para ver o seu pai ",
disse ele. Se eles são forçados a
visitá-lo, eles, em seguida, provavelmente "vão relaxar com o seu pai”.
1997: o juiz forçou
meninos a visitar seu pai fazendo com que a polícia os pegasse a algemasse.
Também instituiu a recomendação de Gardner para a "terapia da ameaça
", onde as crianças foram ordenadas pelo tribunal a exibir uma atitude
positiva e ser obediente durante as visitas com seu pai, e sua mãe foi ameaçada
com desprezo e prisão se os meninos não cooperassem com as ordens do tribunal.
No ano em que
"terapia da ameaça" se realizava, não surgiu nenhum sinal para
mostrar que isso estava promovendo uma saudável relação entre os meninos e seu
pai.
Nathan tornou-se cada vez mais deprimido.
1998: A mãe pediu ao tribunal para suspender a ordem de
terapia da ameaça, o juiz se recusou. Várias
semanas depois, Nathan foi encontrado enforcado em seu quarto. Ele havia pedido
para ler a ordem judicial na noite anterior. Após a morte de Nathan, Louis
Grieco pediu ao tribunal a prisão de sua ex-mulher sob a acusação de desacato
por violar a ordem de "terapia de ameaça ", depois que uma visita aos
seus dois filhos sobreviventes terminou mal quando ele discutiu com Justin. Ele
também se queixou de que Justin havia se recusado a falar com ele ao telefone.
(Carpenter,
M., & Kopas, G. (1998). Causalities of a custody war (threepart series). Pittsburgh
Post Gazette, May 31-June 2)
(Parental Alienation Syndrome: by Stephanie Dallam, RN, PhD The Leadership Council on Child Abuse & Interpersonal Violence sjd.scout@embarqmail.com
www.leadershipcouncil.org 1 Not in the best interest of the child)
http://svnworldwide.org/attachments/pas1.pdf
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Pontos de vista do Dr. Richard Gardner sobre pedofilia e abuso sexual infantil (fontes científicas)
Teorias de alienação parental, implantação de falsas memórias...como foi desenvolvido tudo isto? Qual a credibilidade real?
Richard A. Gardner, M.D., é o criador e principal proponente da teoria de “Síndrome de Alienação Parental” (SAP). Antes de seu suicídio, Gardner foi, durante algum tempo, professor clínico de psiquiatria infantil em tempo parcial, não remunerado (voluntário) no Colégio de Médicos e Cirurgiões da Universidade de Columbia . Ele ganhava dinheiro principalmente como um perito forense .
A teoria da SAP de Gardner teve um efeito profundo sobre a forma como os sistemas de corte em nosso país lidavam com as alegações de abuso sexual de crianças, especialmente durante o divórcio. Gardner foi o autor de mais de 250 livros e artigos com conselhos dirigidos aos profissionais de saúde mental, a comunidade jurídica, adultos divorciados e seus filhos. A editora privada de Gardner, a Creative Therapeutics, publicou seus muitos livros, cassetes, e videotapes. A informação disponível no site de Gardner indica que ele foi certificado para testemunhar como um perito em aproximadamente 400 casos, tanto penal e civil, em mais de 25 Estados. O trabalho de Gardner continua a servir como uma base para decisões que afetam o bem-estar das crianças em tribunais de todo o país. Ele era considerado uma das maiores autoridades em tribunais de família e tem sido descrito como o "guru" das avaliações de custódia da criança.
Pelo fato da teoria SAP de Gardner ter sido baseada em suas observações clínicas - e não de dados científicos -,deve ser entendida no contexto de seus pontos de vista extremos a respeito das mulheres, pedofilia e abuso sexual de crianças.
Gardner sobre pedofilia:
“A grande maioria ("provavelmente mais de 95%") de todas as alegações de abuso sexual são válidas.” Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: (pp. 7, 140) Creative Therapeutics.
"Há um pouco de pedofilia em cada um de nós."
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 118)
Se a relação sexual é descoberta, "a criança é susceptível de fabricar para que o adulto seja responsabilizado pela iniciação."
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals.. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (. P 93).
"A criança normal apresenta uma grande variedade de fantasias e comportamentos sexuais, muitos dos quais seriam rotulados como" doente "ou" pervertido "se exibido por adultos"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 12)
"O abuso sexual não é necessariamente traumático; o determinante quanto ao fato do abuso sexual ser traumático para a criança, é a atitude social para esses encontros."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 670-71)
"Pedofilia foi considerada a norma pela grande maioria dos indivíduos na história do mundo." Gardner, R.A. (1992). Verdadeiras e falsas acusações de abuso sexual infantil. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 592-3)
"Da mesma forma, "a pedofilia intrafamiliar (isto é, o incesto) é generalizada e ... é, provavelmente, uma tradição antiga"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)
"É porque a nossa sociedade reage exageradamente a ela [pedofilia] que as crianças sofrem."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex AbuseCresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 594-5)
"Pedofilia pode aumentar a sobrevivência da espécie humana, servindo "fins de procriação."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 24-5)
"Pedofilia "é uma prática difundida e aceita entre literalmente bilhões de pessoas."
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals. Cresskill, NJ: Creative Therapeutics, (. P 93)
Além disso, Gardner propõe que muitos tipos diferentes de comportamento sexual humano, incluindo a pedofilia, sadismo sexual, necrofilia (sexo com cadáveres), zoofilia (sexo com animais), coprofilia (sexo envolvendo defecação), pode ser visto como tendo espécies de valor de sobrevivência e assim fazer "não garante a ser excluído da lista dos chamadas formas naturais de comportamento sexual humano. "See, Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse . Cresskill, NJ: Creative Therapeutics. (pp. 18-32)
"Pedofilia "é uma prática difundida e aceita entre literalmente bilhões de pessoas."
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals. Cresskill, NJ: Creative Therapeutics, (. P 93)
Além disso, Gardner propõe que muitos tipos diferentes de comportamento sexual humano, incluindo a pedofilia, sadismo sexual, necrofilia (sexo com cadáveres), zoofilia (sexo com animais), coprofilia (sexo envolvendo defecação), pode ser visto como tendo valor na sobrevivência das espécies, e que, assim, "não garante a exclusão da lista das chamadas formas naturais de comportamento sexual humano. " See, Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse . Cresskill, NJ: Creative Therapeutics. (pp. 18-32)
Gardner sobre a agressividade sexual de crianças
Gardner sugere que as crianças querem ter relações sexuais com adultos e podem seduzi-los. “Algumas crianças experimentam altos impulsos sexuais na primeira infância."
"Há uma boa razão para acreditar que a maioria, se não todas as crianças, têm a capacidade de atingir o orgasmo no momento em que nascem."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 15)
"As crianças são naturalmente sexuais e podem dar início a encontros sexuais "seduzindo" o adulto".
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals.. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (. P 93) .NS de crianças Abuso Sexual. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 18-32)
Gardner sobre a terapia com as crianças que são abusadas sexualmente por seu pai:
• Mantenha a criança ligada ao abusador
Cuidados especiais devem ser tomados para não afastar a criança do pai molestador. A remoção de um pai pedófilo da casa "só deve ser seriamente considerada depois que todas as tentativas de tratamento da pedofilia e aproximação com a família provarem-se inúteis." Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuso. Cresskill, NJ:. Therapeutics criativos (. P 537)
"A criança deve ser informada de que não existe tal coisa como um pai perfeito.”
"A exploração sexual tem sido colocada na lista negativa, mas positivamente também pode ser apreciada" Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ:. Therapeutics criativos (. P 572)
• Diga à criança que o abuso sexual por um pai é normal
As crianças mais velhas podem ser ajudadas a compreender que os encontros sexuais entre um adulto e uma criança não são universalmente considerados atos condenáveis. Pode ser dito à criança sobre outras sociedades em que tal comportamento foi e é considerado normal. A criança pode ser ajudada a apreciar a sabedoria de Hamlet, de Shakespeare, que disse: "Nada é bom ou mau, mas o pensamento torna-o."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ:. Therapeutics criativos (. P 549)
"Em tais discussões a criança tem que ser ajudada a compreender que temos em nossa sociedade uma atitude punitiva e exageradamente moralista sobre encontros sexuais adulto-criança"
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativos (p 572)...
Gardner sobre mães que descobrem que seu marido está abusando sexualmente de seu filho
Gardner culpa a mãe pelo abuso paterno, que, segundo ele, não satisfez seu marido sexualmente. Ele sugere que os terapeutas devem ajudar a mãe de vítimas de incesto conseguir a gratificação sexual.
• Desencoraja os litígios.
• Incentiva-a a ficar com seu marido (o agressor)
• Culpa-a e à filha pelo abuso sexual do pai
"Pode ser que uma das razões da filha voltar-se para o pai seja o comprometimento da relação da criança com a mãe" (pp. 579-80)
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse . Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 585)
• Ajudá-la a superar sua raiva contra o marido por abusar sexualmente de seu filho.
"Se a mãe reagiu ao abuso de uma forma histérica, ou usando isto como uma desculpa para uma campanha de difamação do pai, em seguida, o terapeuta faz bem em tentar "acalmá-la".... Sua histérica .. . vai contribuir para o sentimento da criança de que um crime hediondo foi cometido e, assim, diminuir a probabilidade de qualquer tipo de reaproximação com o pai. Alguém tem que fazer todo o possível para ajudá-la a colocar o "crime" na perspectiva correta. Ela tem que ser ajudada a compreender que na maioria das sociedades na história do mundo, tal comportamento era onipresente [isto é, em todos os lugares], e este ainda é o caso."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 576-7)
"Talvez ela possa ser ajudada a compreender que na história do mundo o seu comportamento foi provavelmente mais comum do que o comportamento contido de quem não abusa sexualmente de seus filhos." Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 585)
Gardner sobre pais que abusam sexualmente de seus filhos:
• Diga a ele o que ele fez é o seu normal
"Ele tem que ser ajudado a compreender que, ainda hoje, [pedofilia] é uma prática difundida e aceita entre literalmente bilhões de pessoas. Ele tem de perceber que na nossa sociedade ocidental, especialmente, tomamos uma atitude muito punitiva e moralista para tais inclinações. Ele teve má sorte com respeito ao lugar e hora em que nasceu no que diz respeito às atitudes sociais em relação à pedofilia. No entanto, estas não são razões para condenar a si mesmo.".
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 593) Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)
• Mantenha-o em casa
A remoção de um pai pedófilo da casa "só deve ser seriamente considerada depois que todas as tentativas de tratamento da pedofilia e aproximação com a família provaram-se inúteis"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)
• Ajude-o a proteger-se
"Ele deve aprender a controlar-se, e a proteger-se das punições draconianas administradas aos da nossa sociedade que expressam seus impulsos de pedofilia."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 585-592)
• Ajude-o a esquecer-se
A terapia com o pai não deve ser gasta com foco no problema primário (isto é, abuso sexual). Em vez disso, a terapia deve ser gasto "falando sobre outras coisas", como o objetivo da terapia é "ajudar as pessoas a esquecer os seus problemas"
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 585-592)
• Mantenha pedófilos na comunidade
A remoção de um pai pedófilo da casa "só deve ser seriamente considerada depois que todas as tentativas de tratamento da pedofilia e reproximação com a família provaram-se inúteis:
"Aos pedófilos que abusam de crianças fora de casa, deve primeiro ser dada a oportunidade para o tratamento comunitário. "Se isso falhar, então e só então algum tipo de encarceramento forçado deve ser considerado"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)
Gardner sobre a histeria no abuso de crianças
“Alegações de abuso infantil são a "terceira maior onda de histeria" que a nação tem visto, seguindo os julgamentos das bruxas de Salem e da perseguição McCarthyite de esquerdistas.” Gardner, R.A. (1993, 22 de fevereiro). Caça às bruxas moderna - acusações de abuso infantil. The Wall Street Journal, p. A10.
"No momento, estamos vivendo em tempos perigosos, semelhante à Alemanha nazista. Histeria sobre o abuso sexual é onipresente." Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. XXV)
Quem é o culpado pela "histeria de abuso sexual infantil"?
• Pessoas que expressam sentimentos negativos contra pedófilos:
"Durante suas arengas contra os" pervertidos ", que são os objetos de seu desprezo, eles muitas vezes sobem para um nível de excitação que pode ser facilmente visto como sexual.... psicologicamente, tais indivíduos estão sempre lutando para reprimir seus próprios impulsos de pedofilia inaceitáveis, que são continuamente pressionados para a liberação ". Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (pp. 30-31).
• O sistema jurídico - incluindo os juízes
"Não há dúvida de que casos de abuso são" voltados "para a grande variedade de pessoas envolvidas neles, o acusador (s), os procuradores, os advogados, os juízes, os avaliadores, os psicólogos, os repórteres, os leitores de jornais e todos os outros envolvidos -. exceto para o falsamente acusado e a vítima inocente .. todo mundo está pegando sua "diversão"",
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 31).
"Os juízes. Também pode ter reprimido impulsos pedófilos sobre os quais há supressão, repressão e culpa. Inquérito sobre os detalhes do caso fornecem gratificações voyeurísticas e indiretas .. encarcerar o suposto autor pode servir psicologicamente para obliterar próprios impulsos de pedofilia projetadas do juiz. "Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 107)
• Mães sexualmente inibidas
"A mãe. está se gratificando psicologicamente [sua própria sexualidade inibida necessita] com a imagem visual que a alegação de abuso sexual proporciona."
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (pp. 36-37).
• Parentes ganaciosos
"Muitas são vítimas de sua ganância, que é tão grande que eles próprios ficam cegas para os traumas psicológicos que estão submetendo seus filhos para ganhar ações judiciais que lhes prometem uma enorme riqueza."
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (p 43).
• Princípios judaico-cristãos
"É de interesse que, de todos os povos antigos que pode muito bem ser que os judeus eram os únicos com atitude punitiva para com pedófilos .. Nossa reação presente à pedofilia representa um exagero dos princípios judaico-cristãos e é um fator significativo na operatório atipicidade da sociedade ocidental no que diz respeito a tais atividades"
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 46-7).
PARA MAIORES INFORMAÇÕES, VEJA:
http://www.leadershipcouncil.org/1/pas/RAG.html
Dallam, S. J. (1998). Dr. Richard Gardner: A review of his theories and opinions on atypical sexuality, pedophilia, and treatment issues. Treating Abuse Today , 8(1), 15-23.
1.Gardner, R. A. (1987).The parental alienation syndrome and the differentiation between fabricated and genuine child sex abuse . Creskill, NJ: Creative Therapeutics.
2.Gardner, R.A. (1993, September 6) Dr. Gardner defends work on sex abuse. National Law Journal, p. 16.
3.Sherman, Rorie. (1993, August 16) Gardner 's Law: "A Controversial Psychiatrist and Influential Witness Leads the Backlash against Child Sex Abuse 'Hysteria.'" The National Law Journal , pp. 1, 45-46.
4. See Gardner 's CV on his website (available at http://www.rgardner.com/pages/cvqual.html). See also: People v. Fortin, 706 N.Y.S.2d 611, 612 (Crim. Ct. 2000). Fortin was a criminal sex abuse case in which Dr. Gardner offered to testify on behalf of the accused molester concerning PAS and the credibility of the complaining witness. The court refused to permit his testimony because of a failure to establish general acceptance of PAS within the professional community.)
5. Quinn, K.M. (1991). Family evaluation in child custody mediation, arbitration, and litigation (Book Review). Bulletin of the American Academy of Psychiatry and Law , 19(1), 101-02.
Richard A. Gardner, M.D., é o criador e principal proponente da teoria de “Síndrome de Alienação Parental” (SAP). Antes de seu suicídio, Gardner foi, durante algum tempo, professor clínico de psiquiatria infantil em tempo parcial, não remunerado (voluntário) no Colégio de Médicos e Cirurgiões da Universidade de Columbia . Ele ganhava dinheiro principalmente como um perito forense .
O conceito de SAP foi desenvolvido pelo Dr. Richard Gardner, em 1985, com base em suas observações pessoais e trabalho como perito, freqüentemente em nome dos pais acusados de molestar seus filhos. Gardner afirmou que SAP é muito comum, e que viu manifestações desta síndrome em mais de 90% dos conflitos de custódia que ele avaliou - mesmo quando alegações de abuso não são levantadas (Gardner, 1987, p 67). . Gardner (06 de setembro de 1993 ) afirmou que a SAP é "uma desordem infantil, decorrente quase exclusivamente em disputas pela custódia de criança, em que um dos pais (geralmente a mãe) programa a criança a odiar o outro progenitor (geralmente o pai).
A teoria da SAP de Gardner teve um efeito profundo sobre a forma como os sistemas de corte em nosso país lidavam com as alegações de abuso sexual de crianças, especialmente durante o divórcio. Gardner foi o autor de mais de 250 livros e artigos com conselhos dirigidos aos profissionais de saúde mental, a comunidade jurídica, adultos divorciados e seus filhos. A editora privada de Gardner, a Creative Therapeutics, publicou seus muitos livros, cassetes, e videotapes. A informação disponível no site de Gardner indica que ele foi certificado para testemunhar como um perito em aproximadamente 400 casos, tanto penal e civil, em mais de 25 Estados. O trabalho de Gardner continua a servir como uma base para decisões que afetam o bem-estar das crianças em tribunais de todo o país. Ele era considerado uma das maiores autoridades em tribunais de família e tem sido descrito como o "guru" das avaliações de custódia da criança.
Pelo fato da teoria SAP de Gardner ter sido baseada em suas observações clínicas - e não de dados científicos -,deve ser entendida no contexto de seus pontos de vista extremos a respeito das mulheres, pedofilia e abuso sexual de crianças.
Gardner sobre pedofilia:
“A grande maioria ("provavelmente mais de 95%") de todas as alegações de abuso sexual são válidas.” Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: (pp. 7, 140) Creative Therapeutics.
"Há um pouco de pedofilia em cada um de nós."
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 118)
Se a relação sexual é descoberta, "a criança é susceptível de fabricar para que o adulto seja responsabilizado pela iniciação."
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals.. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (. P 93).
"A criança normal apresenta uma grande variedade de fantasias e comportamentos sexuais, muitos dos quais seriam rotulados como" doente "ou" pervertido "se exibido por adultos"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 12)
"O abuso sexual não é necessariamente traumático; o determinante quanto ao fato do abuso sexual ser traumático para a criança, é a atitude social para esses encontros."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 670-71)
"Pedofilia foi considerada a norma pela grande maioria dos indivíduos na história do mundo." Gardner, R.A. (1992). Verdadeiras e falsas acusações de abuso sexual infantil. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 592-3)
"Da mesma forma, "a pedofilia intrafamiliar (isto é, o incesto) é generalizada e ... é, provavelmente, uma tradição antiga"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)
"É porque a nossa sociedade reage exageradamente a ela [pedofilia] que as crianças sofrem."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex AbuseCresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 594-5)
"Pedofilia pode aumentar a sobrevivência da espécie humana, servindo "fins de procriação."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 24-5)
"Pedofilia "é uma prática difundida e aceita entre literalmente bilhões de pessoas."
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals. Cresskill, NJ: Creative Therapeutics, (. P 93)
Além disso, Gardner propõe que muitos tipos diferentes de comportamento sexual humano, incluindo a pedofilia, sadismo sexual, necrofilia (sexo com cadáveres), zoofilia (sexo com animais), coprofilia (sexo envolvendo defecação), pode ser visto como tendo espécies de valor de sobrevivência e assim fazer "não garante a ser excluído da lista dos chamadas formas naturais de comportamento sexual humano. "See, Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse . Cresskill, NJ: Creative Therapeutics. (pp. 18-32)
"Pedofilia "é uma prática difundida e aceita entre literalmente bilhões de pessoas."
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals. Cresskill, NJ: Creative Therapeutics, (. P 93)
Além disso, Gardner propõe que muitos tipos diferentes de comportamento sexual humano, incluindo a pedofilia, sadismo sexual, necrofilia (sexo com cadáveres), zoofilia (sexo com animais), coprofilia (sexo envolvendo defecação), pode ser visto como tendo valor na sobrevivência das espécies, e que, assim, "não garante a exclusão da lista das chamadas formas naturais de comportamento sexual humano. " See, Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse . Cresskill, NJ: Creative Therapeutics. (pp. 18-32)
Gardner sobre a agressividade sexual de crianças
Gardner sugere que as crianças querem ter relações sexuais com adultos e podem seduzi-los. “Algumas crianças experimentam altos impulsos sexuais na primeira infância."
"Há uma boa razão para acreditar que a maioria, se não todas as crianças, têm a capacidade de atingir o orgasmo no momento em que nascem."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 15)
"As crianças são naturalmente sexuais e podem dar início a encontros sexuais "seduzindo" o adulto".
Gardner, R.A. (1986). Child Custody Litigation: A Guide for Parents and Mental Health Professionals.. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (. P 93) .NS de crianças Abuso Sexual. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 18-32)
Gardner sobre a terapia com as crianças que são abusadas sexualmente por seu pai:
• Mantenha a criança ligada ao abusador
Cuidados especiais devem ser tomados para não afastar a criança do pai molestador. A remoção de um pai pedófilo da casa "só deve ser seriamente considerada depois que todas as tentativas de tratamento da pedofilia e aproximação com a família provarem-se inúteis." Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuso. Cresskill, NJ:. Therapeutics criativos (. P 537)
"A criança deve ser informada de que não existe tal coisa como um pai perfeito.”
"A exploração sexual tem sido colocada na lista negativa, mas positivamente também pode ser apreciada" Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ:. Therapeutics criativos (. P 572)
• Diga à criança que o abuso sexual por um pai é normal
As crianças mais velhas podem ser ajudadas a compreender que os encontros sexuais entre um adulto e uma criança não são universalmente considerados atos condenáveis. Pode ser dito à criança sobre outras sociedades em que tal comportamento foi e é considerado normal. A criança pode ser ajudada a apreciar a sabedoria de Hamlet, de Shakespeare, que disse: "Nada é bom ou mau, mas o pensamento torna-o."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ:. Therapeutics criativos (. P 549)
"Em tais discussões a criança tem que ser ajudada a compreender que temos em nossa sociedade uma atitude punitiva e exageradamente moralista sobre encontros sexuais adulto-criança"
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativos (p 572)...
Gardner sobre mães que descobrem que seu marido está abusando sexualmente de seu filho
Gardner culpa a mãe pelo abuso paterno, que, segundo ele, não satisfez seu marido sexualmente. Ele sugere que os terapeutas devem ajudar a mãe de vítimas de incesto conseguir a gratificação sexual.
• Desencoraja os litígios.
• Incentiva-a a ficar com seu marido (o agressor)
• Culpa-a e à filha pelo abuso sexual do pai
"Pode ser que uma das razões da filha voltar-se para o pai seja o comprometimento da relação da criança com a mãe" (pp. 579-80)
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse . Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 585)
• Ajudá-la a superar sua raiva contra o marido por abusar sexualmente de seu filho.
"Se a mãe reagiu ao abuso de uma forma histérica, ou usando isto como uma desculpa para uma campanha de difamação do pai, em seguida, o terapeuta faz bem em tentar "acalmá-la".... Sua histérica .. . vai contribuir para o sentimento da criança de que um crime hediondo foi cometido e, assim, diminuir a probabilidade de qualquer tipo de reaproximação com o pai. Alguém tem que fazer todo o possível para ajudá-la a colocar o "crime" na perspectiva correta. Ela tem que ser ajudada a compreender que na maioria das sociedades na história do mundo, tal comportamento era onipresente [isto é, em todos os lugares], e este ainda é o caso."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 576-7)
"Talvez ela possa ser ajudada a compreender que na história do mundo o seu comportamento foi provavelmente mais comum do que o comportamento contido de quem não abusa sexualmente de seus filhos." Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 585)
Gardner sobre pais que abusam sexualmente de seus filhos:
• Diga a ele o que ele fez é o seu normal
"Ele tem que ser ajudado a compreender que, ainda hoje, [pedofilia] é uma prática difundida e aceita entre literalmente bilhões de pessoas. Ele tem de perceber que na nossa sociedade ocidental, especialmente, tomamos uma atitude muito punitiva e moralista para tais inclinações. Ele teve má sorte com respeito ao lugar e hora em que nasceu no que diz respeito às atitudes sociais em relação à pedofilia. No entanto, estas não são razões para condenar a si mesmo.".
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 593) Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)
• Mantenha-o em casa
A remoção de um pai pedófilo da casa "só deve ser seriamente considerada depois que todas as tentativas de tratamento da pedofilia e aproximação com a família provaram-se inúteis"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)
• Ajude-o a proteger-se
"Ele deve aprender a controlar-se, e a proteger-se das punições draconianas administradas aos da nossa sociedade que expressam seus impulsos de pedofilia."
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 585-592)
• Ajude-o a esquecer-se
A terapia com o pai não deve ser gasta com foco no problema primário (isto é, abuso sexual). Em vez disso, a terapia deve ser gasto "falando sobre outras coisas", como o objetivo da terapia é "ajudar as pessoas a esquecer os seus problemas"
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 585-592)
• Mantenha pedófilos na comunidade
A remoção de um pai pedófilo da casa "só deve ser seriamente considerada depois que todas as tentativas de tratamento da pedofilia e reproximação com a família provaram-se inúteis:
"Aos pedófilos que abusam de crianças fora de casa, deve primeiro ser dada a oportunidade para o tratamento comunitário. "Se isso falhar, então e só então algum tipo de encarceramento forçado deve ser considerado"
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 119)
Gardner sobre a histeria no abuso de crianças
“Alegações de abuso infantil são a "terceira maior onda de histeria" que a nação tem visto, seguindo os julgamentos das bruxas de Salem e da perseguição McCarthyite de esquerdistas.” Gardner, R.A. (1993, 22 de fevereiro). Caça às bruxas moderna - acusações de abuso infantil. The Wall Street Journal, p. A10.
"No momento, estamos vivendo em tempos perigosos, semelhante à Alemanha nazista. Histeria sobre o abuso sexual é onipresente." Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. XXV)
Quem é o culpado pela "histeria de abuso sexual infantil"?
• Pessoas que expressam sentimentos negativos contra pedófilos:
"Durante suas arengas contra os" pervertidos ", que são os objetos de seu desprezo, eles muitas vezes sobem para um nível de excitação que pode ser facilmente visto como sexual.... psicologicamente, tais indivíduos estão sempre lutando para reprimir seus próprios impulsos de pedofilia inaceitáveis, que são continuamente pressionados para a liberação ". Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (pp. 30-31).
• O sistema jurídico - incluindo os juízes
"Não há dúvida de que casos de abuso são" voltados "para a grande variedade de pessoas envolvidas neles, o acusador (s), os procuradores, os advogados, os juízes, os avaliadores, os psicólogos, os repórteres, os leitores de jornais e todos os outros envolvidos -. exceto para o falsamente acusado e a vítima inocente .. todo mundo está pegando sua "diversão"",
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 31).
"Os juízes. Também pode ter reprimido impulsos pedófilos sobre os quais há supressão, repressão e culpa. Inquérito sobre os detalhes do caso fornecem gratificações voyeurísticas e indiretas .. encarcerar o suposto autor pode servir psicologicamente para obliterar próprios impulsos de pedofilia projetadas do juiz. "Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (P. 107)
• Mães sexualmente inibidas
"A mãe. está se gratificando psicologicamente [sua própria sexualidade inibida necessita] com a imagem visual que a alegação de abuso sexual proporciona."
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (pp. 36-37).
• Parentes ganaciosos
"Muitas são vítimas de sua ganância, que é tão grande que eles próprios ficam cegas para os traumas psicológicos que estão submetendo seus filhos para ganhar ações judiciais que lhes prometem uma enorme riqueza."
Gardner, R.A. (1991). Abuso Sexual Hysteria: Salem Witch Trials Revisited. Cresskill, NJ: A Creative Therapeutics (p 43).
• Princípios judaico-cristãos
"É de interesse que, de todos os povos antigos que pode muito bem ser que os judeus eram os únicos com atitude punitiva para com pedófilos .. Nossa reação presente à pedofilia representa um exagero dos princípios judaico-cristãos e é um fator significativo na operatório atipicidade da sociedade ocidental no que diz respeito a tais atividades"
Gardner, R.A. (1992). True and False Accusations of Child Sex Abuse. Cresskill, NJ: Therapeutics criativas. (Pp. 46-7).
PARA MAIORES INFORMAÇÕES, VEJA:
http://www.leadershipcouncil.org/1/pas/RAG.html
Dallam, S. J. (1998). Dr. Richard Gardner: A review of his theories and opinions on atypical sexuality, pedophilia, and treatment issues. Treating Abuse Today , 8(1), 15-23.
1.Gardner, R. A. (1987).The parental alienation syndrome and the differentiation between fabricated and genuine child sex abuse . Creskill, NJ: Creative Therapeutics.
2.Gardner, R.A. (1993, September 6) Dr. Gardner defends work on sex abuse. National Law Journal, p. 16.
3.Sherman, Rorie. (1993, August 16) Gardner 's Law: "A Controversial Psychiatrist and Influential Witness Leads the Backlash against Child Sex Abuse 'Hysteria.'" The National Law Journal , pp. 1, 45-46.
4. See Gardner 's CV on his website (available at http://www.rgardner.com/pages/cvqual.html). See also: People v. Fortin, 706 N.Y.S.2d 611, 612 (Crim. Ct. 2000). Fortin was a criminal sex abuse case in which Dr. Gardner offered to testify on behalf of the accused molester concerning PAS and the credibility of the complaining witness. The court refused to permit his testimony because of a failure to establish general acceptance of PAS within the professional community.)
5. Quinn, K.M. (1991). Family evaluation in child custody mediation, arbitration, and litigation (Book Review). Bulletin of the American Academy of Psychiatry and Law , 19(1), 101-02.
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